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Adnet é engraçado. Seu programa na Globo, não

Restará a um paladino do humor inteligente a Zorra Total?

Marcelo Adnet é um mundo. Um dos mais talentosos humoristas brasileiros surgidos nos últimos tempos, ele tem fundamentais inteligência e bagagem para fugir do padrão sem graça do que costumamos ver por aí no humor televisivo brasileiro.

Marcelo Adnet era um mundo. Foi reduzido a um bairro, uma cidade quando muito. Enquadrado no padrão Globo de humor, vive agora um dentista-detetive sem graça numa série idem, O dentista mascarado.

Literalmente mascararam Adnet, até então o maior salário da MTV brasileira, de quem ele deixou de ser “o” astro para tornar-se mais um numa emissora que mantém Faustão há quase 25 anos no ar aos domingos.

Vivemos um tempo hipertecnologizado, em que reality shows levam reles mortais a caçarem seus 15 minutos de fama, ou mandando um vídeo para disputar uma vaga em algum na tevê, ou fotografando e escrevendo a torto e a direito suas vidinhas bestas, meu Deus, o que comem, o que fazem, onde estão, para onde vão, com quem.

O agora global Adnet já tinha seus 15 minutos de fama na emissora em que um dia o M significou música. Foi encaix(ot)ado em um amontoado de piadas sem graça, clichês e atores que tiram uma onda de humoristas: alguém consegue rir da Taís Araújo, assistente-de programa?

Adnet é competente como ator. O problema é que, como humorista, ele precisa de liberdade, algo que a rigidez de scripts e direções não permite. Vejamos o que o destino lhe/nos reserva, façam suas apostas: outra temporada do programa, a geladeira ou a zorra-totalização.

Club Cult em ritmo de Festejos

No geral, tenho gostado do que tenho visto no Club Cult: pautas interessantes, competência na abordagem dos temas, boa edição, um capricho que diferencia o caçula dos programas independentes da tevê maranhense de seus “pares” de horários comprados.

Em se mantendo o nível, desejo vida longa ao programa apresentado pela simpática e talentosa Letycia Oliveira.

Abaixo, matéria que a trupe fez sobre Festejos, par de shows de lançamento do disco homônimo, estreia de Alexandra Nicolas no mercado fonográfico. E que estreia!

Quem perdeu o programa na tevê [Guará, aos sábados, às 13h30min], pode revê-lo a seguir. Quem perdeu o show vai ter que se ligar nas datas da turnê nacional que a cantora anuncia e inicia em breve.

O blogueiro no Club Cult

Num lançamento da Pitomba há algum tempo na UFMA disse umas coisinhas sobre a revista. A matéria do Club Cult já foi ao ar na TV Guará e está disponível (como outras) no canal do programa no youtube.

No Vias de Fato de fevereiro a entrevista que eu e Igor de Sousa, os autointitulados Los Perros Borrachos, fizemos com o trio de editores. Em breve a gente pendura por aqui.

Nosso colunismo social ridículo

O vídeo abaixo me chegou via facebook. Mostra o apresentador Zé Cirilo cometendo gafes e pagando micos. Morreu Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr., e ele misturou alhos e bugalhos e falou em Benito di Paula, autor de Charlie Brown, que, composta bem antes de a banda existir, obviamente não tem nada a ver com a mesma, e carnaval baiano. Terá o folclórico apresentador maranhense confundido Chorão com Carlinhos Brown, por conta do nome do grupo do primeiro?

Os pouco mais de dois minutos mostram o ridículo de nosso colunismo social, televisado ou impresso, em que aberrações como a abaixo são, infelizmente, mais comuns do que imaginamos.

Temporada Paulo Leminski 6

TODA POESIA NO METRÓPOLIS

O programa Metrópolis, da TV Cultura, dedicou uns bons minutos anteontem (5) ao lançamento de Toda Poesia (Companhia das Letras), que reúne a obra poética de nosso homenageado.

O destaque é o papo com Ademir Assunção e Rodrigo Garcia Lopes, que qual Leminski militam em várias frentes/linguagens: poesia, prosa, música, jornalismo etc. Ao final (no segundo vídeo abaixo), o segundo canta Adeus, poema do samurai malandro que ele musicou.

Entrevista: o artivismo de Carlos Latuff

Carlos Latuff é um artista contemporâneo fundamental. Incomoda fazendo arte. Faz arte incomodando. Quer transformar as pessoas, não nega. E assim, transformar a sociedade, torná-la melhor. É mais conhecido fora que no Brasil. Tem incomodado ditaduras no norte da África. Aqui incomoda a polícia. “A violência policial é um tema tabu”, diz ele que já foi levado a delegacias por pautar o assunto em seus desenhos.

Grande honra tê-lo chamado para desenhar o cartaz da Campanha de Combate à Tortura, da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos e organizações parceiras do Comitê Estadual de Combate à Tortura:

Vejam a seguir entrevista que o artista deu ao Globo News em Pauta, onde comenta estes e outros assuntos.

Música: substantivo feminino

Cantoras do Brasil, série que estreou hoje no Canal Brasil, é agradável de verouvir. No primeiro programa Tulipa Ruiz interpretou canções eternizadas na voz de Dalva de Oliveira.

É um programa curto: duas músicas apenas. E aí reside seu maior pecado: por que não logo um show inteiro, hora e meia de boa música?

Gravado em preto e branco nos estúdios YB, o mesmo em que, por exemplo, Zeca Baleiro gravou parte de O coração do homem bomba, exatamente a parte em p&b do dvd.

As cores, ou a falta delas, garantiram ao programa de hoje um ar de coisa antiga, certo saudosismo, a memória afetiva de que fala ligeiramente Tulipa ao comentar uma das faixas que escolheu para inaugurar a série. O comentário é breve e não aborrece o telespectador com qualquer tentativa de aula, explicações, notas de rodapé ou coisas que o valham. É uma pausinha entre música e outra, jogo rápido.

Impossível simplesmente Tulipa reler Dalva de Oliveira. É sua leitura particular. Moderniza-a sem desconstruí-la, sem descaracterizá-la. O clima “afastem as navalhas” é mantido no tango Fim de comédia (Ataulfo Alves), a segunda da noite. “Que será/ da luz difusa do abajur lilás/ se nunca mais vier a iluminar/ outras noites iguais?”, atire a primeira pedra quem nunca assobiou a primeira, Que será? (Marino Pinto e Mário Rossi). Esta ganha ares de forró, demonstrando a devoção de Tulipa pela homenageada e sua versatilidade.

Do forró ao tango passeia também a magistral sanfona de Daniel Grajew, destaque da Tulipa band. Nas próximas quintas-feiras, sempre às 18h45min desfilarão ainda, entre parênteses as homenageadas, Lulina (Ademilde Fonseca e Miriam Batucada), Tiê (Celly Campelo), Roberta Sá (Carmem Miranda), Nina Becker (Dolores Duran), Mariana Aydar (Clara Nunes), Gaby Amarantos (Clementina de Jesus), Camila Pitanga (Maysa), Lurdez da Luz (Nara Leão), Mallu Magalhães (Elizeth Cardoso), Luísa Maita (Elis Regina), Andreia Dias (Aracy de Almeida) e Blubell (Sylvia Telles), não sei se nessa ordem.

Portanto, se os queridos e queridas leitores e leitoras têm preferência por uma ou outra entre as que homenageiam e as homenageadas, a dica é não perder nenhum programa. Cantoras do Brasil começou com os dois pés, que só o direito da superstição é pouco! Aliás, dois pés, não: dois olhos, dois ouvidos e um coração.

Separados pelo nascimento

Sandro, personagem de Marcos Palmeira em “Cheias de charme”…

… e Seu Madruga, personagem de Ramón Valdéz no eterno “Chaves”

As caras do Brasil

Emocionantes, cada qual a seu modo, os dois vídeos abaixo, A cara do Brasil, a música de Celso Viáfora e Vicente Barreto, interpretada pelos mesmos, e o Pé na rua, programa de tevê, o personagem Ezequiel Souza e Silva, catador:

Uma canção para as mamães pelo seu dia

Eu tinha uns 13 anos quando Agnaldo Timóteo lançou o disco que ilustra este vídeo, de onde foi tirada a faixa que você, leitor, leitora, acabou de ouvir.

É um álbum cujo repertório trata exclusivamente do tema “mãe”, um caça-níqueis para o dia das mães de 1995. Não lembro se, àquele ano, algum de nós presenteou dona Solange com ele.

Lembro sim da intensa campanha publicitária da Globo para o disco, com muitas, muitas mesmo, inserções diárias em sua programação.

Numa das músicas havia um refrão chato em que o cantor repetia a palavra “mamãe” três vezes, repetido, a cada intervalo, por Netto, meu irmão ano e meio mais novo que eu (a prole de dona Solange se completa com Luziana, quase três anos mais nova que o blogueiro).

À época eu achava aquilo tudo muito chato e tenho quase certeza de que se nossa genitora ganhou o disco, certamente não fui eu quem o deu (e desde sempre livros e discos são meus presentes prediletos, para dar ou receber).

Menos por Agnaldo Timóteo que por meu irmão, que sobrepunha sua voz à do cantor na televisão, a cada comercial do disco. E eram muitos, repito.

Era mais ou menos como conta o Arrigo Barnabé: “em nossa família, entre as crianças, cada um tinha sua preferência como uma marca de identidade. Quase como uma afirmação de virilidade. Era assim com os refrigerantes, as cores, os times de futebol, os animais, os instrumentos musicais, tudo que oferecesse opção de escolha”.

Logo, à época, se meu irmão adorava o Agnaldo Timóteo, ou particularmente aquele disco ou aquela música ou seu refrão veiculado nas propagandas, ainda que fosse apenas para me chatear, eu, obviamente, detestava o Agnaldo Timóteo, ou particularmente aquele disco ou aquela música ou seu refrão veiculado nas propagandas ou ainda a voz de meu irmão sobre a do cantor, comercial após comercial, mesmo sabendo que, no fundo, ele talvez nem gostasse tanto assim e quisesse apenas, para meu desespero, me chatear.

Bom, lembro dessa historinha para homenagear todas as mamães com quem convivo. Viva vocês, meninas!

O circo tem palhaço

Da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo de hoje:

Sucesso dos anos 80 e separados desde 2000, a dupla de palhaços Atchim & Espirro voltou a se juntar e pretende retomar as apresentações em teatros e na TV. A reestreia será em um comercial de remédio antigripal. Eles gravaram música nova, um rap de Rincón Sapiência produzido por Tejo Damasceno.

“Eu dizia que tínhamos que esperar as crianças que nos viam crescerem para a gente voltar à TV”, diz Eduardo dos Reis, 44, o Atchim. “O que aparecer a gente vai fazer. As crianças de hoje estão carentes”, diz Carlos Alberto de Oliveira, o Espirro, que não revela quantos anos tem. “Palhaço não tem idade. Só digo que sou um pouco mais velho que o Atchim.”

Grifo do blogue no hilário, grande notícia a volta da dupla.

Maranhão metáfora Moto Club

Pela TV Difusora assisti ontem ao clássico de maior rivalidade no futebol maranhense, que terminou com a vitória do Sampaio Correia sobre o Moto Club por 3 a 2. Terminou é modo de dizer: a partida teve seu final antecipado de forma ridícula, com o rubro-negro deixando o campo 15 minutos antes do fim do jogo, para evitar tragédia maior: uma goleada. A derrota era praticamente inevitável, disso sabíamos antes mesmo de os times entrarem em campo; uma goleada, mesmo faltando apenas um quarto de hora para o apito final, era muito provável.

O time tricolor demonstrou infinita superioridade durante o tempo em que a bola esteve em disputa. A defesa do Moto não existe e nos aproximadamente 75 minutos de bola rolando, três de seus jogadores foram expulsos, o que deixou a superioridade boliviana ainda mais evidente.

A postura da equipe motense foi de um extremo desrespeito para com a torcida rubro-negra, que ao longo dos últimos meses tem carregado o time nas costas. Com rifas, bingos, doações e esmolas é que se têm pagado os salários dos jogadores. Como foi acintosa também a declaração de público pagante – pouco mais de três mil torcedores, segundo a Federação Maranhense de Futebol. Na opinião do comentarista José Raimundo Rodrigues, motense de carteirinha, eram mais de 10 mil e a FMF estava debochando do torcedor maranhense. Houve um bate-boca no ar entre ele e Antonio Américo, presidente da FMF, o outro comentarista.

Há um ar ridículo, aliás, na transmissão futebolística local. Se Zé Raimundo torce descaradamente pelo Moto, mesmo que apontando as muitas falhas do time, onde elas existem, o segundo comentarista é sempre pior: ontem era o presidente da FMF, noutro jogo um deputado e por aí vai; é sempre uma autoridade, mas nunca no assunto. O patrocínio é quase exclusividade do Governo do Maranhão, com quase nada de iniciativa privada. E com o vexame motense de tirar o time de campo antes da hora ontem, a tendência é piorar. O campeonato maranhense entra na sua fase semifinal com o Moto Club na corda bamba para o bastante provável rebaixamento.

Personagem do vexame, Kléber Pereira converteu um pênalti, insuficiente para livrar seu time do ridículo fim

Metáfora – A atitude do time do Moto Club ontem foi ridícula e desrespeitosa. Ponto. Com os próprios motenses que, repita-se, têm carregado o time nas costas. Com os maranhenses que gostam de futebol. E com todos os maranhenses, já que mais um motivo para uma chacota nacional foi dado.

Mas cabe aí uma reflexão: presidido por Sarney Neto, um dos braços da família-polvo no ramo do futebol, o Moto Club foi abandonado à própria sorte. Vivendo de esmolas, os jogadores sem saber se teriam como pagar as contas de água e energia elétrica, o colégio dos filhos, sequer se conseguiriam por arroz e feijão na mesa. O que resta a fazer? Tirar o time de campo!

Vejam se não é o que faria, se pudesse, e faz, quando pode, grande parte do povo maranhense? Quando pega um ônibus com destino ao corte de cana ou à construção civil, em grande parte em condições análogas à de escravo. Eis a metáfora: Sarney Neto é vocês sabem quem, manda de fora, raramente aparece, tem suas vantagens e não está nem aí para a devoção e o sofrimento do torcedor, o Estádio Nhozinho Santos é o Maranhão e o Moto Club é o povo maranhense.

José Sarney e sua síndrome biográfica

José Sarney continua obcecado com a ideia de fraudar a história e reinventar sua biografia. A ladainha do mitômano já é conhecida. O livro de Regina Echeverria, por exemplo, lançado há um ano, foi uma evidente compilação de patranhas.

O último ato decorrente desta síndrome, veio à tona no último dia 27 de março. Nesta data, foi anunciado na TV Guará (repetidora da Record News, no Maranhão), a estreia do programa Avesso, trazendo “uma entrevista com José Sarney”, cuidadosamente divulgada (e depois repercutida) no sempre governista O Imparcial. O entrevistador, propagado com relativo estardalhaço, foi o escritor, cronista e teatrólogo Américo Azevedo Neto, confrade do entrevistado na Academia Maranhense de Letras (AML).

No discurso de Sarney, no lugar do ex-presidente da ARENA, aparece de súbito “um democrata”; em vez do afilhado e ex-correligionário de Vitorino Freire, surge um “oposicionista firme e corajoso”; o notório corrupto torna-se o intelectual de “prestígio internacional”; um inescrupuloso e burlesco Odorico Paraguaçu posa de “estadista”; o aliciador odiento e vingativo se disfarça numa figura “generosa” e “sem ressentimentos”; o aliado visceral de torturadores é “quase um comunista” e o protetor de latifundiários assassinos, quer se passar por um “cristão radical”, a “nossa” Madre Teresa de Curupu…

Quanto à tertúlia na TV Guará, a emissora do opulento Roberto Albuquerque (agora, bem cevado pelo governo Roseana e por “generosas” empresas), ninguém falou da famosa “universidade da fraude”, nas urnas de “Zé meu filho”, nas diabruras do desembargador Sarney Costa, nas velhas chicanas jurídicas, no golpe de 64, no AI-5, na construtora Mendes Junior, nos ilícitos junto ao Diário Oficial, no processo contra Ribamar Bogéa e Freitas Diniz, na Lei de Terras, nas baixarias do Jornal de Bolso, na brutal grilagem ocorrida no Maranhão, nos inúmeros assassinatos no campo, na Fazenda Maguari, na tortura, no atentado contra Manoel da Conceição, na inflação de quase 100% ao mês, no desastre da Nova República, na CPI da Corrupção, na distribuição de concessões de TV, no Caso Reis Pacheco, do Convento das Mercês, etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc.

A entrevista foi apenas uma sequência das velhas e surradas mentiras do entrevistado, que a TV Guará “esqueceu” ser hoje uma das figuras mais desmoralizadas do Brasil (uma chacota, de cabo a rabo do país). Ao final, não podia ser diferente, ficou tudo muito ruim… Num programa batizado como Avesso (o oposto, o outro lado), o que se viu nesta edição de estreia foi mais do mesmo: a velha propaganda sarneyista que não convence rigorosamente a ninguém.  Como disse o ex-senador Artur da Távola, sobre o discurso de Sarney no “Caso Lunus”: “A montanha pariu um rato…” E acreditem!: hoje, é bem possível que até Dona Marly tenha vergonha deste tipo de presepada do filho do desembargador…

E roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda peão…

[Editorial publicado no site do Vias de Fato. Detalhe curioso pra quem não tiver se ligado: Américo Azevedo Neto é pai de Emílio Azevedo, um dos editores do jornal, cuja edição de março já está nas melhores bancas da Ilha. Honra em colaborar com um jornal em que o departamento comercial não se sobrepõe à redação, em que laços políticos e/ou familiares não interferem na informação e na verdade; a charge de Nani eu já havia publicado aqui]

O Monstro Souza no Programa do Jô

Coautor de O Monstro Souza com Bruno Azevêdo, Gabriel Girnos desenhou o personagem principal no sofá do gordo, especialmente para a ocasião.

Há muito eu não esperava pelo Jô. Ontem valeu a pena. Que o maior escritor do Brasil, opinião de ninguém menos que Xico Sá, seja conhecido pelo Brasil.

Para quem perdeu, a entrevista tá aí embaixo, cortesia da querida sempre leitoratenta Thayane.

Jô Soares entrevista Bruno Azevêdo

Desculpem o em cima da hora, mas só soube há pouco, no intervalo da novela: autor de Breganejo Blues – Novela Trezoitão e O Monstro Souza – Romance Féstifud, o escritor maranhense Bruno Azevêdo é um dos entrevistados de hoje (12) do Programa do Jô, logo mais, na Globo.