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Hoje é o penúltimo dia da mostra Tati por inteiro no Cine Praia Grande

Sinopses (do catálogo da mostra): Parada > Apesar de ter sido filmado em sua maior parte em vídeo (Tati pressentiu a transição gradual para o digital), financiado pela televisão sueca, Parada foi realizado com o objetivo de ser lançado nos cinemas, mesmo que um espetáculo circense tenha sido privilegiado neste que seria seu último filme. Interpretando o sr. Loyal, Tati garantiu a sequência dos números de sua apresentação de circo, dando vida nova às músicas de Impressions Sportives, que ele realizava no music hall. Tati: seguindo os passos do sr. Hulot > Dirigido por Sophie Tatischeff, filha de Tati, o documentário apresenta um Tati por trás das câmeras, como autor, produtor e diretor. Vários registros de seu trabalho foram feitos ao longo de suas viagens pelo mundo. Com base nesses registros, Sophie deu  vida a este material, um retrato da personalidade exigente, determinada e à frente de seu tempo, características tão marcantes em Tati, que exercia sua profissão sem se deixar influenciar pelas convenções.

Etnocine exibe Serras da desordem

Trailer de Serras da desordem, de Andrea Tonacci, que o Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão exibe dia 18 (quinta-feira), às 19h, de graça, na programação do Etnocine.

O filme conta a história de Carapiru, um indígena awá-guajá que sobrevive a um ataque de fazendeiros e perambula por 10 anos pelas serras do Brasil central, até ser encontrado e levado à Brasília pelo indigenista Sydney Possuelo. Lá o personagem ganha as manchetes e vira alvo de uma polêmica, conforme a sinopse fornecida pela produção.

A exibição acontece no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão (Rua do Giz, 59, Praia Grande).

A história de Osvaldo Pereira, o primeiro DJ

O doc curta abaixo conta o que o título anuncia. A história do pioneiríssimo Osvaldo Pereira inspirou Todo DJ já sambou, frase certeira que dá título ao livro [Conrad, 2003] de Claudia Assef, que depõe no filme, entre outras personalidades. Dedico este post ao DJ Franklin.

Rádio Batuta homenageia Vinicius de Moraes por seu centenário

Eu mesmo já me peguei chamando-o assim, mas um dos apelidos mais injustos de nossa música popular reside em chamar Vinicius de Moraes de Poetinha. Não digo isso para polemizar: se por um lado a alcunha é carinhosa, por outro diminui a dimensão de sua obra e talento. Poetaço, isso sim, era Vinicius de Moraes.

Autor de um sem número de clássicos do cancioneiro brasileiro (você certamente já assobiou algo dele, muitas vezes sem sequer saber que isto ou aquilo é de sua autoria), poeta (naquele sentido: o de quem lança livros de poesia), boêmio (também dono e protagonista de muitas histórias com “o cachorro engarrafado”) e amante (casou-se nove vezes e bem podia figurar no livro dos recordes por isso), Vinicius de Moraes faria 100 anos 19 de outubro que vem.

A Rádio Batuta, do Instituto Moreira Salles, começou hoje (18) a reprisar os 32 episódios de Vinicius – Poesia, Música e Paixão, mais profundo documento sonoro conhecido sobre a vida e obra do artista. O documentário foi ao ar pela primeira vez em 1993, pela rádio Cultura AM.

Um dos maiores especialistas em música brasileira e biógrafo de Noel Rosa, João Máximo concebeu, realizou e narrou Vinicius – Poesia, Música e Paixão, que conta com entrevistas, feitas exclusivamente para o mesmo, de nomes como  Baden Powell, Carlos Lyra, Chico Buarque, Edu Lobo, Francis Hime, Tom Jobim e Toquinho, todos parceiros do homenageado, todos nomes importantes da chamada MPB.

Premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), o documentário  terá seus episódios veiculados na webrádio do IMS sempre às segundas-feiras, às 10h; aos domingos, no mesmo horário, a transmissão acontecerá na Rádio Cultura. Se você, como este blogue, perdeu o de estreia, ele está disponível no site da Rádio Batuta para audição; a cada segunda-feira um novo episódio será disponibilizado, até outubro, mês do centenário de Vinicius de Moraes.

Comissão do possível

Via @jgambaster.

7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul se despede hoje de São Luís

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Etapa São Luís encerra-se hoje; programação ainda percorrerá outras capitais até 20 de dezembro

Atendendo a pedidos do público, Cena Aberta reapresenta fragmentos de Negro Cosme em movimento na programação de hoje

Acontecem hoje as últimas quatro sessões da 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em São Luís. A entrada é gratuita e o seu palco é o Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy), especialmente adaptado com bastante qualidade para a ocasião.

“Fazemos um balanço positivo de mais uma edição da Mostra, já consolidada como um dos mais importantes acontecimentos cinematográficos do Brasil. É a terceira vez que o evento acontece em São Luís e este ano optamos por fazer em uma sala maior, o que já garantiu, desde ontem (29) um novo recorde de público”, avaliou o cineasta Francisco Colombo, produtor local do evento.

Atendendo a pedidos, o grupo Cena Aberta reapresentará fragmentos do experimento teatral Negro Cosme em movimento, de Igor Nascimento, bastante aplaudido na última quarta-feira (28).

Confira a seguir a programação para o dia de hoje (para informações sobre sinopses, fichas técnicas e classificação indicativa, clique nos títulos).

13hUma, Duas Semanas (Fernanda Teixeira, Brasil, 17 min., 2012, ficção) > A Demora (Rodrigo Plá, Uruguai/ França/ México, 84 min., 2012, ficção)

Cena de "Negro Cosme em movimento"

Cena de “Negro Cosme em movimento”

15h > Reapresentação de fragmentos do experimento teatral Negro Cosme em movimento, do grupo Cena Aberta > Cachoeira (Sérgio Andrade, Brasil, 14 min., 2010, ficção)

O cineasta Eduardo Coutinho é o homenageado da Mostra (Foto: Vavá Ribeiro/ Folha)

17hCabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, Brasil, 119 min., 1984, documentário)

19hA Fábrica (Aly Muritiba, Brasil, 16 min., 2011, ficção) > Hoje (Tata Amaral, Brasil, 87 min., 2011, ficção)

Penúltimo dia da 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em São Luís

Confira a programação de hoje (29):

13hExtremos (João Freire, Brasil, 24 min., 2011, documentário) > À Margem da Imagem (Evaldo Mocarzel, Brasil, 72 min., 2003, documentário)

15hSanto Forte (Eduardo Coutinho, Brasil, 80 min., 1999, documentário)

17hBatismo de Sangue (Helvécio Ratton, Brasil, 110 min., 2007, ficção; baseado no romance homônimo de Frei Betto)

19hJustiça (Andrea Ruffini, Bolívia/ Itália, 34 min., 2010, documentário) > Último Chá (David Kullock, Brasil, 97 min., 2012, ficção).

As duas primeiras sessões de hoje, às 13h e às 15h, são de audiodescrição, ou seja, voltadas preferencialmente para pessoas com deficiência visual, mas não restritas; são gratuitas e abertas, como todas as outras sessões da Mostra, a quaisquer interessados. Para informações sobre fichas técnicas, sinopses e classificação indicativa, como de praxe, cliquem nos títulos.

Programação de hoje (28) da 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul

Cena de “Vestido de Laerte”

13hDisque Quilombola (David Reeks, Brasil, 14 min., 2012, documentário) > Vestido de Laerte (Claudia Priscilla/ Pedro Marques, Brasil, 13 min., 2012, ficção) > A Galinha que Burlou o Sistema (Quico Meirelles, Brasil, 15 min., 2012, documentário/ficção) > O Veneno Está na Mesa (Silvio Tendler, Brasil, 50 min., 2011, documentário)

15hPorcos Raivosos (Isabel Penoni/ Leonardo Sette, Brasil, 10 min., 2012, ficção) > O Cadeado (Leon Sampaio, Brasil, 12 min., 2012, ficção) > Dez Vezes Venceremos (Cristian Jure, Argentina, 75 min., 2011, documentário)

17hJuanita (Andrea Ferraz, Brasil, 8 min., 2011, documentário) > O Dia que Durou 21 Anos (Camilo Tavares, Brasil, 77 min., 2012, documentário)

19hEstruturas Metálicas (Cristián Vidal L., Chile, 47 min., 2011, documentário) > Saia se puder (Mariano Luque, Argentina, 66 min., 2012, ficção)

Para informações sobre ficha técnica, sinopse e classificação indicativa, clique sobre os títulos.

Lembrete: hoje, no intervalo entre a sessão das 17h e 19h, haverá apresentação do experimento teatral Negro Cosme em movimento, do grupo Cena Aberta.

A 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul acontece no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). Toda a programação é gratuita. Recomenda-se chegar entre meia hora e 15 minutos antes das sessões para a retirada dos ingressos na bilheteria.

7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul: confira a programação desta terça-feira (27)

13hVirou o Jogo: A História das Pintadas (Marcelo Villanova, Brasil, 15 min., 2012, documentário). > Chocó (Johnny Hendrix Hinestroza, Colômbia, 80 min., 2012, ficção; o trailer do filme, abaixo, está em espanhol, mas todas as exibições da mostra têm legendas, para garantir o acesso de pessoas com deficiência auditiva às sessões).

15hO Garoto que Mente (Marité Ugás, Venezuela, 99 min., 2011, ficção).

17hMenino do Cinco (Marcelo Matos de Oliveira/ Wallace Nogueira, Brasil, 20 min., 2012, ficção) > Maria da Penha: um Caso de Litígio Internacional (Felipe Diniz, Brasil, 13 min., 2011, documentário).

19hCom o Meu Coração em Yambo (María Fernanda Restrepo, Equador, 137 min., 2011, documentário).

Para ler as sinopses, fichas técnicas e classificações indicativas, clique nos títulos dos filmes.

Toda a programação da Mostra é gratuita e acontece no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy, Rua do Egito, Centro). Recomenda-se chegar entre meia hora e 15 minutos antes de cada sessão para a retirada dos ingressos na bilheteria.

7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul: confira a programação de hoje (26)

Já já, a partir das 13h, continua a programação (gratuita) da 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que na capital maranhense é apresentada no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). A sessão de abertura, ontem, mais que lotou o espaço. Recomenda-se chegar meia hora antes das sessões para a retirada dos ingressos na bilheteria. Confira a programação de hoje (26).

13h

Olho de Boi (Diego Lisboa, Brasil, 19 min., 2011, ficção). Junca, um menino que vive na periferia de Salvador, ganha um par de sapatos sem cadarços de presente. Ele quer ir à escola com os sapatos, mas precisa enfrentar seu pai, os meninos mais velhos da rua e sua própria fé. | Direito da Criança e do Adolescente | Diversidade Religiosa

Funeral à Cigana (Fernando Honesko, Brasil, 15 min, 2012, ficção) Após a morte do pai, líder cigano deve transportar o corpo à sua cidade natal para atender o desejo de sua mãe. Mas ele enfrenta várias dificuldades para viver suas tradições plenamente. | Direito das Populações Tradicionais

Carne e Osso (Caio Cavechini/ Carlos Juliano Barros, Brasil, 52 min., 2011, documentário) Reportagem que denuncia as duríssimas condições de trabalho nos abatedouros e frigoríficos brasileiros, com jornadas cada vez mais estafantes, penosas e perigosas. A exigência de um rendimento crescente nas linhas de produção penaliza os trabalhadores, que desenvolvem doenças e muitos deles acabam incapacitados para exercer qualquer tipo de tarefa. | Direito ao Trabalho Decente| Combate ao Trabalho Escravo.

Classificação indicativa da sessão: 12 anos

15h

O Fio da Memória (Eduardo Coutinho, Brasil, 115 min., 1991, documentário) Grande mosaico sobre a experiência negra no Brasil, centrado na figura do artista popular Gabriel Joaquim dos Santos, filho de ex-escravos, trabalhador das salinas de São Pedro da Aldeia (RJ). Seus diários, presentes no filme como uma voz narrativa, permitem compreender alguns impasses da inserção do negro na sociedade brasileira após a libertação dos escravos. | Igualdade Racial.

Classificação Indicativa: livre

17h

Elvis & Madona (Marcelo Lattiffe, Brasil, 105 min., 2010, ficção) Madona é uma travesti que ganha a vida como cabeleireira num salão em Copacabana. Depois de anos de luta para realizar um show em homenagem ao Teatro Rebolado, Madona tem seu dinheiro roubado pelo amante. Enquanto pensa em uma estratégia para conseguir resgatar a quantia roubada, Madona conhece Elvis, entregadora de pizza que sonha em ser fotógrafa de jornal. Elvis e Madona se apaixonam, apesar dos obstáculos colocados pelo ex-amante. | Cidadania LGBT | Diversidade Sexual

Classificação Indicativa: 12 anos

19h

Marighella (Isa Grinspum Ferraz, Brasil, 100 min., 2012, documentário) Maior nome da militância de esquerda no Brasil dos anos 1960, Carlos Marighella participou dos principais acontecimentos políticos do país entre 1930 e 1969. Dirigido por sua sobrinha, o documentário é uma construção histórica e afetiva sobre este homem que era considerado o maior inimigo da ditadura militar e foi líder comunista, vítima de prisões e tortura, parlamentar, autor de Manual do Guerrilheiro Urbano, publicado mundialmente em diversos idiomas. | Combate à Tortura | Direito à Memória e à Verdade.

Classificação indicativa: 10 anos.

“Se eu definisse o documentário, não fazia. Por isso não o defino.”

“O desejo não acaba nunca, né? E  teu problema é desejar que você tenha saúde física e espiritual, o que é complicado, pra poder fazer mais uns anos de cinema, o que é cada vez mais complicado.

Eu imagino que daqui a pouco, se eu tiver vivo, e as coisas se passam de repente, eu vou fazer documentário num palco em cadeira de rodas, aí eu vou ter que chamar os atores, então eu me vejo terminando feliz até de poder fazer um filme nem que seja em um estúdio de teatro chamando as pessoas, e fazer um filme de conversas, mesmo que seja em cadeira de rodas. Eu espero demorar pra chegar lá, mas pelo menos estarei trabalhando.

Agora crítica, não existe isso, cada filme é um filme, não tem filme da minha vida, e vai se somando um ao outro, eu fiz o Cabra [marcado pra morrer, 1984; o filme integra a programação da Mostra] porque tinha que fazer, passei quinze anos sem fazer nada e depois fiz Santo forte [1999; idem] e pude recomeçar uma carreira que tava jogada fora. E aí cada filme é igual e diferente do outro, sempre. Eu quero apenas fazer mais filmes, enquanto puder, do jeito que eu gosto de fazer, com uma certa liberdade, não de orçamento, mas pelo menos de escolher, de decisão final sobre um filme. E daí, quando somar tudo, alguém vai dizer o que presta e o que não presta, isso fica pra história. Mas pra mim, outras experiências fazendo o mesmo filme, que não é nunca o mesmo filme.”

Eduardo Coutinho em entrevista a Alcimeire Piana e Daniele Nantes, publicada em 2005 na revista Intermídias. A entrevista está coletada no volume da coleção Encontros [Azougue, 2009] dedicado ao documentarista, homenageado da 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, cuja etapa São Luís tem início hoje, às 19h, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy).

PROGRAMAÇÃO (DE HOJE)

19h > Sessão de abertura: O cadeado (Leon Sampaio, Brasil, 12 min., 2012, ficção) > A galinha que burlou o sistema (Quico Meirelles, Brasil, 15 min., 2012, documentário/ficção) > Menino do cinco (Marcelo Matos de Oliveira/ Wallace Nogueira, Brasil, 20 min., 2012, ficção) > A fábrica (Aly Muritiba, Brasil, 16 min., 2011, ficção). A sessão tem classificação indicativa de 12 anos.

Veja o trailer de A fábrica:

O blogue voltará a noticiar a etapa São Luís da Mostra. Todas as sessões são gratuitas e serão divulgadas aqui. Na de hoje recomenda-se chegar um pouco mais cedo: por ordem de chegada e respeitando o limite da sala (265 lugares mais três espaços reservados para cadeirantes) haverá distribuição de kits (sacola, camisa, catálogo, bloco, lápis, caneta). A sessão de abertura contará ainda com apresentação do Coral do Presídio Feminino.

Hoje: Ponte Brasil-Benin na Casa de Nhozinho

A Casa de Nhozinho (Rua Portugal, 185, Praia Grande) recebe hoje e amanhã a Mostra Cultural Pedra da Memória, projeto-ponte que ligou o Brasil ao Benin, através de seus terreiros.

A Mostra já visitou São Paulo, onde a exposição fica em cartaz no Museu Afro até o último dia de 2012. Nela há um livro de fotografias, feitas em ambos os países, memórias de Euclides Talabyan, o Pai Euclides da Casa Fanti-Ashanti, desenhos de Carybé, além de exposição fotográfica, um documentário homônimo (dirigido pela querida Renata Amaral; é dela a iniciativa do projeto) e roda de conversa com participantes do projeto.

Hoje (16), às 19h30min, acontecem a abertura da exposição e o lançamento do livro Pedra da Memória. Amanhã (17), às 16h, roda de conversa com Vodunnon Daagbo Avimadjenon Ahouandjinou, um líder espiritual do Benin, o Babalorixá Euclides Talabyan, o professor Brice Sogbossi, antropólogo beninense radicado no Brasil, e a produtora Renata Amaral.

O conjunto Pedra da Memória (expo, livro, roda e doc) faz um resgate histórico importante e traz um material inédito e precioso sobre as tradições populares brasileiras e beninenses, em uma aproximação poética e reveladora, com a intenção de fazer o caminho inverso da “Árvore do Esquecimento”, onde os escravos eram obrigados a “dar voltas” para esquecer suas origens, e fomentar os re-conhecimentos.

Toda a programação é gratuita. O livro, na ocasião do lançamento, será vendido por R$ 50,00.

Doc Pedra da Memória será lançado em São Luís

Botem nas agendas. Detalhes dou em breve.

Cinema e Direitos Humanos: Mostra homenageia Eduardo Coutinho

O cineasta Eduardo Coutinho é o homenageado da 7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, cuja etapa ludovicense acontece entre os dias 25 e 30 de novembro, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). Os documentários Santo forte, Cabra marcado para morrer e O fio da memória, de Coutinho, integram a programação, completamente gratuita, que circula por todas as capitais brasileiras. Em São Luís a produção local é de Francisco Colombo. Agende-se: programação completa para a ilha.

A malandragem não pode dar um tempo

e este filme tem que estrear logo por aqui também.

Dá um tapa!: