CÉU DE LÚCIFER E OUTRAS COISAS BOAS…

“A vida é uma doença fatal e sexualmente transmissível”. Li isso no sítio do Ronaldo Bressane e achei o máximo. Resolvi repetir aqui, mas leiam o original . Me lembrei, fuleiragem, da “pérola” em camisas: “sexo é hereditário; se seus pais não fizerem, você não fará.” Nada mais certo. E sexo é bom. Tão bom que “até quando é ruim é ótimo”, como diria outro célebre pensamento punheteiro. E por que será que o word sublinha de vermelho a palavra “punheteiro” como se ela não existisse ou estivesse incorretamente grafada? E se eu escrever masturbador dá no mesmo. Saco, esse word véi burro…

Voltando ao (sítio do) Bressane: recebi ontem, tendo uma rara sesta interrompida por minha irmã, que me entregou o pacote, um exemplar de “Céu de Lúcifer”, presente do pessoal da Editora Azougue. O livro fecha a trilogia “Uma Outra Comédia”, iniciada por Bressane em “Os Infernos Possíveis” [Editora ComArte/Edusp] (depois eu escreveria um conto chamado “Inferno Possível”, quando da minha primeira de muitas idas e voltas – agora acabou mesmo… – com Natália), e continuada no luxuosíssimo “10 Presídios de Bolso” [Editora Altana, do meu amigo Xico Santos], onde leio “O Fim do Mundo do Fim”, um de meus contos prediletos na literatura brasileira (quiçá mundial) de todos os tempos.

Bressane é isso aí: foda-se para as belas letras que nunca mais vai nascer um novo Machado, Graça, Guimarães…, o negócio é fazer a nossa “arte” (por quê não?). Ele é a nova literatura brasileira, ao lado de Marcelino Freire, Marcelo Mirisola, Joca Reiners Terron, Xico Sá, Reuben da Cunha e Ademir Assunção, entre outros bambas. Quem ainda não os leu, pode ir clicando nos links aí em seus nomes e conferir.

Em tempo: em dezembro/2003 escrevi para o Jornal Atos e Fatos sobre o lançamento de Céu de Lúcifer.



Em tempo 2: Bressane é também autor de “O Impostor” (poemas), lançado pela Editora Ciência do Acidente.

Em tempo 3: hoje tem “A Vida é uma Festa!”, no Bar do Adalberto (Praia Grande) a partir das 20h30min. Com Zé Maria Medeiros, Cunha Santos, Erivaldo Gomes, este que vos escreve e, talvez, Alina Braga, d’As 3 Marias, de passagem pelo Maranhão.

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