Aninha

Link novo aí do lado. A Aninha me cativou por que escreve coisas assim:

Ela estava parada debaixo da chuva, sentia o vento tentar carregar seus cabelos. Mas não conseguia; ele estava tão encharcado que nem a ventania o movia.
O vento também maltratava sua pele. Ardia, e como! Mas ela merecia, aquilo era pouco. Muito pouco.
Lágrimas se misturavam as gotas de chuvas no seu rosto.
Começou a chorar. Motivo? Todos… ou nenhum.
Lembrou e chorou. Chorou e lembrou.
A chuva estava acabando. Será que ela acabaria junto? Reuniu forças e saiu andando.
Para casa.
Recomeçaria tudo de novo.
– Ei!
– Oi!
– Me dá?
– O quê?
– Um abraço!
[…]

Tenham a felicidade de ler mais clicando aqui.

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