[Diário Cultural de hoje]
A (re)descoberta de obras perdidas de um dos maiores gênios da música brasileira, a polêmica gerada a partir de declarações de Ferreira Gullar criticando o MinC, a versão on-line desta coluna e uma dúvida de seu editor povoam o espaço aqui, hoje.
Sorriam, chorões!
Dia 14 de fevereiro será lançado no Rio de Janeiro um álbum de partituras de Jacob do Bandolim, contendo gravações inéditas de playbacks dos discos “Chorinhos e Chorões” e “Primas e Bordões”. O show terá apresentação de Jorge Roberto Martins e Sérgio Cabral, este último um dos maiores especialistas no assunto do país. As obras de Jacob serão executadas por bambas: Grupo Época de Ouro, Déo Rian, Hamilton de Holanda, Isaías Bueno, Joel Nascimento, Ronaldo do Bandolim e Pedro Amorim. O álbum será distribuído gratuitamente para as escolas de música de todo o Brasil. A iniciativa tem o patrocínio da Petrobrás, através da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura (MinC).
Navegar é preciso!
A edição de 18 de janeiro da revista Carta Capital traz uma entrevista com o músico Gilberto Gil, Ministro da Cultura. O papo pode ser lido, para além do publicado, no blogue do jornalista Pedro Alexandre Sanches, que o entrevistou. E no blogue de outro jornalista, o Ademir Assunção, são feitas considerações sobre o assunto. Este colunista, particularmente, concorda com o Ademir.
Só pra lembrar: à época da I Conferência Nacional de Cultura – assunto tratado aqui e não pautado por veículos nacionais, e nem citarei nomes, carece? – a mídia preferiu dar atenção ao embate capitaneado por Ferreira Gullar, colunista da Folha de São Paulo, contra o Ministério, que tem feito um trabalho louvável e democrático – sim, democrático! Com todo respeito que temos pelo poeta maranhense: francamente!
Navegar é preciso! 2
Diário Cultural possui uma espécie de versão on-line. No blogue do colunista que vos escreve, é possível ler tudo o que é publicado neste espaço, além de outros trabalhos do autor. Ontem, dia 6/2, republicamos uma entrevista com a cantora mineira Ceumar, feita pela jornalista Francinne Amarante (Brasília/DF) para a revista Nossa, em dezembro passado. Confira! O endereço é http://olhodeboi2.zip.net
Dois em um
Com a popularização do cd, inúmeros títulos da música popular brasileira foram relançados em formato digital, os famosos “dois em um” (dois elepês em um cd): Secos & Molhados, Tom Zé, Walter Franco, Ataulpho Alves, Elizeth Cardoso, Guilherme Arantes, A Cor do Som, Paulinho da Viola, Belchior, Adoniran Barbosa etc., etc., etc.: a lista é imensa, amém! Agora eu pergunto: por que é que nunca relançaram obras-primas como “Lances de Agora” (1978) e “Fonte Nova” (1980), de Chico Maranhão? Alô, Gavin! Fica a dica.
