aços

antes de me chegar às mãos o disco de estréia do jovem bruno batista (bruno batista, 2004), pensei, por um tempo, que o trabalho se chamasse “eu não ouvi todos os discos”, título que lhe cairia bem, da faixa que encerra aquele álbum. sobre não ouvir todos os discos e traçando um pequeno e despretensioso panorama da música maranhense contemporânea, ricarte almeida santos escreveu “de zeca baleiro a bruno batista… ainda bem que “eu não ouvi todos os discos”“, que o diário da manhã publicou em 23 de maio de 2004 e eu reproduzi cinco dias depois num blogue antigo.

bruno é o convidado da 29ª. edição do projeto clube do choro recebe. um, dois links para você ler mais sobre o assunto. três, um link para você ler sobre a comemoração do dia nacional do choro, hoje, 23 de abril, aniversário de pixinguinha (e de léo jaime, que teve seqüência tocada por glaydson botelho em seu programa matinal na mirante fm, garantindo a este blogueiro boas lembranças da infância).

corra!: sendo o primeiro a comentar aí embaixo, você ganha, de presente deste blogue, o disco que tem “aço” (bruno batista), cuja letra transcrevemos abaixo, curta e vá ouvi-la ao vivo, sábado:

tá pensando que eu sou de aço?
tá pensando que eu sou o quê?
tá pensando em deixar-me em pedaços…
tá pensando que eu sou de aço?
tá pensando que eu sou o quê?

se te quero tango em barranquilha
és noiva na quadrilha do ipê
e se te quero franco, és picasso
onde te quero régua, compasso
quando te quero, queres o quê?

sou vazio por falta de espaço
tá pensando que eu sou de aço?
tá pensando que eu sou o quê?

6 respostas para “aços”

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