Conheci Artur Gomes em Imperatriz (ainda a Feira do Livro, risos). Figuraça, bebemos, conversamos, descobrimos amigos em comum. Ele, enciclopédia/antologia poética em pessoa, homem de mil aventuras e histórias boas de se ouvir (melhores ainda de se viver, certamente). E lá, de improviso, antes de minha fala sobre blogues no Dorgival Pinheiro, ele mandou esse poema:
