[arte do cartaz: rafael rosa. clica para ampli(fic)ar]
menores detalhes, aqui.

ainda compra discos, livros e jornais. Blogue de Zema Ribeiro. Afiliado ao Farofafá
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menores detalhes, aqui.
há pouco, na casa da namorada, estávamos entre a novela da globo e lobão na mtv. o compositor de “me chama” (embora seja muito mais que isso) acabou de lançar seu “acústico” e estava dissecando o disco “ronaldo foi pra guerra“, segundo de sua carreira, gravado com a efêmera banda os ronaldos. além do próprio lobo, um monte de gente (jornalistas, produtores etc.) dava depoimentos. um músico, cujo nome não lembro, apareceu dizendo “ah!, o lobão é do caralho!…” no início de seu comentário. pode não parecer, mas trata(va)-se de um elogio do depoente ao “artista do mês” da music television brasileira. eu acho um saco isso de dizer que não-sei-o-quê ou não-sei-quem é do caralho quando se quer dizer que não-sei-o-quê ou não-sei-quem é muito bom (ou coisa que o valha) e não (se) passa disso. estou curiosíssimo pelo acústico de lobão e desejo comprá-lo tão logo chegue às lojas ludovicenses. lojistas da ilha, e aqui falo mais de preço, mas também de velocidade, cooperem!
comentar o comentário do rapazinho “do caralho” serve só para publicar, de já, minha ansiedade por esta revisão desplugada e (tentar) explicar, desnecessariamente, talvez, o “duca” do título do post. o que interessa realmente tá aí embaixo. mais que “duca”, algo simplesmente belíssimo.
*
lendo o blogue de reuben, vi um link para um vídeo que abriria o show “poesia dub“, que celso borges apresentou ontem no itaú cultural, em são paulo. passei a tarde inteira me coçando para ver o tal vídeo, já que youtubes, orkuts e similares são bloqueados no trabalho.
há pouco cheguei em casa e vim direto ao computador matar a curiosidade. valeu a pena esperar, o vídeo de “americana” (poema baseado na obra de bob dylan) é muito bonito. divulguei logo para alguns amigos on-line (apesar da desconfiança da grande maioria, graças a um maldito vírus entranhado em meu msn), entre os quais o poeta marcelo sahea.
[após alguns links falsos] ele: “ah, o vídeo do celso?”.
eu: “sim, já viste?”.
“já. muito bom”.
“sou suspeito pra falar, mas achei absurdamente maravilhoso!”
“é muito bom mesmo. adoro ver essas coisas. me fazem ganhar o dia”.
*
“o valor da fotografia, só o tempo dirá”. ainda lembro da propaganda de algum estúdio de revelação estampada em alguma parede de carema, povoado onde nasceu minha mãe, do município de santa rita. abaixo, como dum velho álbum, imagens pescadas do vídeo, uma competentíssima montagem de caíque cardoso, que eu ainda não conheço:
há pouco, na casa da namorada, estávamos entre a novela da globo e lobão na mtv. o compositor de “me chama” (embora seja muito mais que isso) acabou de lançar seu “acústico” e estava dissecando o disco “ronaldo foi pra guerra“, segundo de sua carreira, gravado com a efêmera banda os ronaldos. além do próprio lobo, um monte de gente (jornalistas, produtores etc.) dava depoimentos. um músico, cujo nome não lembro, apareceu dizendo “ah!, o lobão é do caralho!…” no início de seu comentário. pode não parecer, mas trata(va)-se de um elogio do depoente ao “artista do mês” da music television brasileira. eu acho um saco isso de dizer que não-sei-o-quê ou não-sei-quem é do caralho quando se quer dizer que não-sei-o-quê ou não-sei-quem é muito bom (ou coisa que o valha) e não (se) passa disso. estou curiosíssimo pelo acústico de lobão e desejo comprá-lo tão logo chegue às lojas ludovicenses. lojistas da ilha, e aqui falo mais de preço, mas também de velocidade, cooperem!
comentar o comentário do rapazinho “do caralho” serve só para publicar, de já, minha ansiedade por esta revisão desplugada e (tentar) explicar, desnecessariamente, talvez, o “duca” do título do post. o que interessa realmente tá aí embaixo. mais que “duca”, algo simplesmente belíssimo.
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lendo o blogue de reuben, vi um link para um vídeo que abriria o show “poesia dub“, que celso borges apresentou ontem no itaú cultural, em são paulo. passei a tarde inteira me coçando para ver o tal vídeo, já que youtubes, orkuts e similares são bloqueados no trabalho.
há pouco cheguei em casa e vim direto ao computador matar a curiosidade. valeu a pena esperar, o vídeo de “americana” (poema baseado na obra de bob dylan) é muito bonito. divulguei logo para alguns amigos on-line (apesar da desconfiança da grande maioria, graças a um maldito vírus entranhado em meu msn), entre os quais o poeta marcelo sahea.
[após alguns links falsos] ele: “ah, o vídeo do celso?”.
eu: “sim, já viste?”.
“já. muito bom”.
“sou suspeito pra falar, mas achei absurdamente maravilhoso!”
“é muito bom mesmo. adoro ver essas coisas. me fazem ganhar o dia”.
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“o valor da fotografia, só o tempo dirá”. ainda lembro da propaganda de algum estúdio de revelação estampada em alguma parede de carema, povoado onde nasceu minha mãe, do município de santa rita. abaixo, como dum velho álbum, imagens pescadas do vídeo, uma competentíssima montagem de caíque cardoso, que eu ainda não conheço:
[primeira classe, jp turismo, jornal pequeno, hoje; nota: este blogueiro chegou a fazer curso de datilografia na cruz vermelha brasileira]
Alberto Villas remonta sua infância em rico panorama cultural dos anos 60.
por Zema Ribeiro*
Entrei outro dia numa farmácia e, enquanto esperava ser atendido, corri os olhos nalgumas prateleiras. Deparei-me com embalagens “coloridinhas” – e provavelmente “perfumadinhas”, penso, pois não cheguei a constatar – da famigerada Emulsão Scott. Lembrei-me imediatamente do fedor daquele remédio, cuja única coisa que me agradava era a ilustração, na parte de trás da embalagem, em alto relevo de um pescador com um peixe tão grande quanto ele. Outra lembrança indissociável era a mistura da tal emulsão com Biotônico Fontoura e ovos de pata, cuja finalidade não lembro – ou nunca soube.
A cada dia que passa, acreditamos estar vivendo num mundo cada vez pior. Que histórias teremos para contar para nossos netos? – se é que teremos netos –, parecemos nos perguntar, ao ouvir as (quase sempre) deliciosas histórias de nossos avós. Balela! Todos teremos, de um jeito ou de outro, histórias para contar num futuro não muito distante.
Alberto Villas reuniu suas histórias e memórias sentimentais de infância em “O mundo acabou!” [Editora Globo, 2006, 306 páginas, R$ 38,00], livro recheado de “personagens” que povoam a lembrança do escritor, a maioria, hoje, só existentes ali.
Em verbetes como bomba de flit, Repórter Esso, sapato Vulcabrás, papel almaço, dedal, penico, suco de groselha, Zebrinha do Fantástico e muitos outros, o escritor leva seu leitor a sentir saudades de um tempo que às vezes nem viveu. Ah!, que vontade de escrever este texto em uma máquina de escrever!
*correspondente para o Maranhão do site Overmundo, escreve no blogue http://zemaribeiro.blogspot.com
a partir de amanhã, às 20h, toda quinta-feira (até 4/10), 25 emissoras públicas de televisão do brasil exibirão os shows dos selecionados na edição 2004/5 do programa rumos itaú cultural – música. o maranhão, infelizmente, não está contemplado.
isto é: as apresentações não serão exibidas para os maranhenses, representados por, além do nome da estréia, ubiratan souza e tião carvalho.
na estréia, o maranhense antonio vieira e a paulista renata rosa.
mais, a gente avisa por aqui, depois.
outros bárbaros 2
(em são paulo)
celso borges, (se não o mais,) um dos artistas mais falados aqui neste blogue, manda avisar (por e-mail).
eu obedeço, feliz:
sexta 20 19h30min
bonus trash
o grupo traz a obra literária de seus conterrâneos de londrina (pr) para um contexto que une o rock’ n’ roll à linguagem poética. a apresentação, com base no cd bonus trash original poetry soundtrack, registra a atual produção de artistas como mário bortolotto, karen debértolis, márcio américo, augusto silva e marcos losnak. o grupo é formado por valquir fedri (vocais), ricardo dantas (teclado), márcio de lima (guitarra) e andré bartalo (bateria).
sexta 20 20h30min
celso borges
o poeta traz o dj otávio rodrigues, o baixista gerson da conceição e o percussionista celso costa para apresentar o poesia dub, que utiliza instrumentos, microfones, percussão, baixo, toca-discos e cd-players.
sábado 21 19h30min
ademir assunção
o poeta paulista apresenta o repertório do cd rebelião na zona fantasma, em que faz uma fusão entre poesia, blues, baladas e rock’ n’ roll. ademir sobe ao palco acompanhado pelos músicos luiz waack (guitarra e violão), daniel szafran (piano e vocais), chulapa (baixo) e leandro paccagnela (bateria). cenário virtual: robson timóteo. participação especial: madan.
domingo 22 19h30min
ricardo aleixo
o escritor, músico e artista visual mineiro funde poesia, performance, áudio e vídeo para mostrar o work in progress um ano entre os humanos. o músico benedikt wiertz e o videoartista rodrigo coelho participam da apresentação.
sala itaú cultural (são paulo)
255 lugares
[ingresso distribuído com meia hora de antecedência]

[um dos cartoons do fotoblogue do tulípio]
tulípio é foda! o quarentão-boêmio-filósofo-de-boteco desenhado por paulo stocker e escrito por eduardo rodrigues vai ganhar uma mesa (fixa) no uol. o quê? você nunca ouviu falar do tulípio? tudo bem… nunca é tarde:
boteco do tulípio, estréia amanhã (18/4)
a revista “tulípio” nº. 5 circulará agora no início de maio. tem tiragem de 15 mil exemplares, distribuídos gratuitamente em bares de são paulo e rio de janeiro. já não é hora de tulípio visitar o maranhão?
pra quem pensa que “tulípio” é mera lorota, já passaram pela revista nomes de finas letras e traços: xico sá, glauco, jaguar, ignácio de loyola brandão e aldir blanc, entre outros.
bom, tulípio já tem mesa fixa no uol, mas também anda por botequins outros: fotoblogue do tulípio, site do eduardo rodrigues, blogue do paulo stocker, página de humor do uol e cineboteco.
a feira da cidade, evento mensal que toma conta da praça maria aragão, é sempre um espaço interessante. mercadorias diversas (ímãs de geladeira, roupas, artigos de decoração, alimentos etc.) a preços justos. ontem, havia algo de diferente: um grupo de choro (que não consegui identificar, embora não tenha feito um esforço maior, é verdade) animava a noite. achei perfeito. as pessoas circulavam entre as barracas ouvindo chorinho. faltou a organização do evento permitir que os artistas fossem vistos: a disposição das caixas de som sobre o palco não ajudava. faltou também um maior número de lixeiras espalhadas pela praça.
*
o sinal fecha, mais de dez da noite. carro parado. do banco de trás, vemos um negro corpulento socar a cabeça da pequena mulher, também negra. e o estômago. e novamente a cabeça. o ritmo era lento, como se ele esperasse que ela curtisse melhor a dor de cada pancada. lento e cadenciado. o sinal fechado. a delegacia, a poucos passos de distância. como o sinal, fechada.
rita ribeiro, repolho, hermano vianna, mombojó, cordel do fogo encantado, zé de riba e o overmundo, entre inúmeros outros, em várias categorias, concorrem ao prêmio toddy de música independente. para maiores informações, clica aí na “vaca louca“. mas se apresse: a votação vai só até 30 de abril.
[*expressão comumente usada para uma criança gozar a outra quando essa pegava um carão, à época de minha infância]
conforme prometido aqui, escrevo agora sobre o “cenas da favela“. primeira classe, jp turismo, jornal pequeno, ontem.
Letras da favela
Entre o lírico e o trágico, Nelson de Oliveira acerta em mais uma antologia literária.
por Zema Ribeiro*
“Cenas da favela – As melhores histórias da periferia brasileira” [Geração Editorial/Ediouro, 2007, 228 páginas, R$ 39,90 no site da editora] bem poderia ser mera – mais uma – (tentativa de) glamourização dos morros, cariocas ou não.
Reside, no livro, mais um acerto de Nelson de Oliveira, organizador da antologia, que reúne 24 nomes (incluindo o seu), sem preconceitos: estão lá, entre contos, trechos de romances e poemas, escritores e(m) textos clássicos e contemporâneos (embora estes não sejam conceitos necessariamente opostos): Antônio Fraga, Marcelino Freire, Ferréz, João Antônio, Ronaldo Bressane, João Paulo Cuenca, Joca Reiners Terron, Rubem Fonseca e Carlos Drummond de Andrade, entre outros. Este último comparece com o poema “Favelário Nacional”, de 1984.
Curioso, por exemplo, ler “Quarto de despejo”, excertos do livro homônimo – um diário – de Carolina Maria de Jesus, publicado em 1960; em “Cenas da favela”, são preservados os “erros” gramaticais da autora – mineira, neta de escravos, favelada, catadora de papel e escritora.
Entre o lírico e o trágico, o belo, para além de estereótipos. Balas perdidas, bailes funk, bocas-de-fumo, pagodes, a linguagem ligeira, “inculta” e sincera das ruas, becos, vielas – a favela na literatura, a literatura na favela.
*correspondente para o Maranhão do site Overmundo, escreve no blogue http://zemaribeiro.blogspot.com
correndo.
*
entro aqui, agora, só para avisar da edição de hoje do “café filosófico“, às 18h30min, na sala de mestrado do cefet-ma (av. getúlio vargas, 4, monte castelo): o professor marcos ramon (colun/ufma) debaterá o tema “quem somos nós?“, comentando o filme homônimo.
*
edito o post, agora, para dizer também que também acontece hoje, um pouco antes da nota acima, a posse da nova gestão do conselho estadual de defesa dos direitos humanos (ceddh). às 15h, no auditório do palácio henrique de la rocque.
*
e digo mais, para não perder a viagem: hoje, se estivesse vivo, sérgio sampaio completaria 60 anos. adianto que estou escrevendo uma matéria sobre. onde e quando será publicada, aviso aqui, em breve. se a grande mídia não lembra de datas importantes assim, a gente não esquece.
*
é isso, por agora. voltamos a qualquer instante. ao contrário da televisão (e isso é ótimo!) você não precisa ficar esperando, plantado, aí. pode voltar daqui a pouco.
[itálicos e um plural ao título do post acrescidos às 12h03min]
Ao me dar um abraço de despedida – ainda que temporária – João entregou-me um disco com gravações caseiras de composições próprias, que eu ainda não ouvi. Mas conheço o trabalho do moço, com quem viajei numa das excursões da imprensa turística itinerante, idealizada por Gutemberg Bogéa, para o seu Almanaque JP Turismo (que deve ter uma nova edição circulando neste abril. É esperar).
*
Em um de nossos freqüentes encontros no msn, pergunto a Gisele se ela viu Jana. Pareço vê-la dar um tapa de mão aberta na própria testa e emitir um auto-xingamento ou coisa que o valha, antes de dizer-me que não. Eu também não. Digo-lhe que há tempos estou por ir buscar uma garrafinha de vinho, um mimo que ela mandou-me do Rio Grande do Sul, quando de uma visita de sua mãe à terra que lhe está acolhendo.
De certa forma, isso parece falta de respeito de minha parte. Não é. O vinho está esperando que eu vá buscá-lo. Jana passou pelo menos cinco dias em São Luís. E eu passei batido. Feriado fodido, revigorante, desestressante, produção zero, pelo que pago o preço até hoje, corre-corre doido, desestressa para estressar de novo. Mas, dado o respeito que temos um pelo outro, Jana me entenderá. Mais uma vez.
Há tempos – ainda antes dela ir para o RS – fiz uma aposta com ela; nem lembro em que consisti(ri)a o pagamento (salvo engano era um disco). Jana não acreditava que um “Água & vinho”, disco do mago Egberto Gismonti, comprado por mim aproveitando alguma promoção já distante em alguma loja, ainda estivesse lacrado; creia, Jana: o lacre ainda permanece, te esperando para uma audição de estréia.
*
Por msn, Jana avisou-me que viria passar o feriado da semana santa na Ilha. “Fico entre 5 e 9”, disse-me. Veio. Ficou. Fiquei de ligar. Não liguei. A idéia era botar o papo em dia, quiçá bebericar um vinho. Perguntou-me se queria que trouxesse algo. Avisei-lhe do lançamento do livro do Daniel Galera que ia rolar em Porto Alegre; que ia ver a data e avisá-la. Fosse antes da vinda dela, compraria meu exemplar, que seria autografado pelo autor. O lançamento seria depois. É hoje:
Terminei, ontem, ou anteontem, a leitura de “Dentes guardados”, volume de contos de estréia de Daniel Galera, publicado em 2001 pela Livros do Mal, editora ora adormecida. Já dava para perceber, ali, que o garoto logo, logo seria um clássico. Estou ansioso por ler “Até o dia em que o cão morreu”, relançado pela Cia. das Letras recentemente (e depois vou querer ler “Mãos de cavalo”). Diretamente relacionada a isto, está a minha ânsia por ver “Cão sem dono”, que vem a ser baseado no primeiro romance de Galera, este que ele lança hoje em PoA. Não vou pedir a Jana para comprar para mim.
*
Daffé faz show hoje no Teatro Alcione Nazaré. Participação especial de Mestre Antonio Vieira. Detalhes aqui.
*
… (mas) se eu fosse você, não perderia.
1. o projeto prática e diálogo, em 2007, terá como tema central “cidadania para o desenvolvimento sustentável: a democratização da comunicação“. hoje, às 15h, no auditório da universidade virtual do maranhão (univima), rua portugal, 221, praia grande, acontece a primeira entrevista-debate: “comunicação pública e controle social“. o convidado é o professor francisco gonçalves (coordenador do curso de comunicação social da ufma). a moderação fica a cargo de cristiane moraes (jornalista, professora universitária, assessora de comunicação da fundação municipal de patrimônio histórico). a entrevista-debate será transmitida para os dez pólos da univima no interior do estado: açailândia, barra do corda, imperatriz, codó, caxias, santa inês, pedreiras, pinheiro, brejo e porto franco.
[no mesmo horário, uma reunião de trabalho não me permitirá participar]
2. “hein?“, show de bruno batista e cláudio lima, às 20h30min, no teatro alcione nazaré (centro de criatividade odylo costa, filho, praia grande). o primeiro, em fase de gravação de seu segundo disco; o segundo, lançando “cada mesa é um palco“, seu segundo disco. certamente, coisa fina. hein? maiores informações? hein? aqui, ó!
[no mesmo horário preciso assistir aulas na faculdade]
estávamos num supermercado quando minha namorada entregou-me seu celular. do outro lado da linha, nair me pedia para divulgar o lançamento da 3ª. edição do observatório da cidadania em são luís. ficou de mandar-me detalhes por e-mail e pediu que eu fizesse o que pudesse. fiz. estou fazendo. entupi algumas caixas de e-mails com notas e releases (e sei que há quem me odeie por isso), dei alguns telefonemas. não tenho visto tv e/ou ouvido rádio, então não sei o resultado de minhas investidas por lá (apesar de quase jornalista, sou sincero, creiam!). nos impressos que consegui ver, até ontem, (apenas) duas notas.
então escrevi o texto (release?) abaixo e enviei para o mesmo meio mundo de gente (e um pouquinho mais). a meu pedido (um ex-estagiário com boas relações, risos), a turma do stefem republicou em sua página na internet.
não sei se algum jornal o publica, hoje (10/4). ou se dá uma (outra) (outra?) nota sobre o assunto. (caso role, penduro algo aí na caixa de comentários; caso você, leitor, veja algo, e eu não saiba, me avisa, certo? obrigado!).
*
Serviço
O quê: Lançamento da 3ª. edição do Observatório da Cidadania, do Fórum da Amazônia Oriental (FAOR).
Quando: 10/4 (terça-feira), às 18h.
Onde: Auditório do Sindicato dos Bancários (Rua do Sol, 407/413, Centro).
Quanto: entrada franca. Aberto ao público.
*
3ª. edição do Observatório da Cidadania é lançada em São Luís
por Zema Ribeiro*
Na noite de sexta-feira santa, o Brasil assistiu ao último capítulo de “Amazônia”, minissérie global que relembrou a luta de Chico Mendes – quase vinte anos depois de seu assassinato. O país, emocionado, viu, ali na telinha, morrer o homem, mas não seus ideais.
Impossível não traçar paralelos entre a luta dos seringueiros e de outros grupos de trabalhadores oprimidos, em situação de trabalho escravo, além de, entre outras temáticas pertinentes, a devastação impensada e violenta das florestas (aqui não reside uma “exclusividade” amazônica).
A luta dos povos amazônicos não terminou nem diminuiu com a morte de Chico Mendes, sem dúvidas, um de seus maiores ícones. Em torno dos mais variados temas inerentes àqueles povos (política agrária e de recursos hídricos, produção familiar e assistência técnica rural, terra e território, povos indígenas e quilombolas, trabalho escravo e tráfico de seres humanos, atuação parlamentar na Amazônia Oriental, entre outros), merece destaque a atuação do Fórum da Amazônia Oriental (FAOR), espaço de articulação, mobilização e fortalecimento das entidades e movimentos sociais da Amazônia Oriental. O FAOR tem, entre seus principais objetivos a construção do Observatório da Cidadania, na perspectiva de democratização, monitoramento e controle social das políticas públicas para a região.
Na terceira edição do Observatório da Cidadania, ganham destaque os relatórios das políticas setoriais dos quatro estados da Amazônia Oriental (Amapá, Maranhão, Pará e Tocantins) e relatórios da atuação parlamentar dos três últimos.
Serviço – A terceira edição do Observatório da Cidadania será lançada em São Luís dia 10/4 (terça-feira), às 18h, no Auditório do Sindicato dos Bancários (Rua do Sol, 407/413, Centro). Aberto ao público, entrada franca. Maiores informações: (98) 3231-1601, 3231-1897 e/ou pelo e-mail nairflor@yahoo.com.br
*correspondente para o Maranhão do site Overmundo, escreve no blogue http://zemaribeiro.blogspot.com