Patativa vai ao Rio

Foto: Divulgação
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“E vou voltar em videotapes e revistas supercoloridas/ pra menina meio distraída repetir a minha voz”. A voz de Ednardo ecoa em minha cabeça ao saber da notícia que o documentário de Tairo Lisboa sobre Maria do Socorro Silva, a Patativa, chega ao Rio de Janeiro.

Com o título alterado para simplesmente Patativa, certamente para passar no filtro de curadorias mais conservadoras, o curta metragem será exibido na mostra Singular Periferia, dentro da programação do festival Visões Periféricas, que acontece de amanhã a 18 de agosto.

O filme de Tairo será exibido quinta-feira (12, às 18h), no Oi Futuro (Rua Visconde de Pirajá, 54, Ipanema).

Sou de pouca fala, disco de estreia de Patativa, será lançado em setembro.

20 anos educando com excelência: roteiro do blogueiro

Documentário feito sob encomenda para festejar os 20 anos do Colégio São Marcos.

No início do ano, gestores da escola estavam com algumas ideias para marcar a efeméride, mas ainda sem bater o martelo. Em algumas conversas dei sugestões, fiz contatos, cotei preços e rapidamente foi montada uma programação para que a data não passasse despercebida.

Entre as propostas, um show de Alexandra Nicolas, que havia encantado parte da diretoria, e um curta-metragem resgatando em poucos minutos a história do colégio desde sua fundação. Foram prontamente aceitas e acabei assinando a assessoria de comunicação do evento, ocasião em que o filme foi lançado.

Impossibilitado de abraçar o projeto de filme, o cineasta e professoramigo Francisco Colombo me indicou seu aluno Paulo Malheiros para o trampo. Nunca havíamos trabalhado juntos. Sequer havíamos nos visto até o dia em que fomos colher o depoimento da professora Maria Luiza – depois de falar algumas vezes com ela ao telefone, só quando fomos recebidos em sua casa descobri que já havíamos trabalhado juntos na Faculdade São Luís.

Em tempo recorde, pouco mais de uma semana, realizamos o filme. Gracias, Osmar do Trombone, pelo belo chorinho! Tenho a honra de assinar roteiro, pesquisa e entrevistas e de ter trabalhado ao lado dos competentes e talentosos Paulo Malheiros e Ronald Rabelo, além de contribuído para o sucesso desta merecida festa. Ao São Marcos: que venham outros tantos anos e outros tantos motivos para comemorar. A quem interessar possa: a Meteora e este que vos perturba aceitam novas encomendas de trabalho.

Cinema pela Verdade

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Logo mais às 18h, no Auditório Central da UFMA, debato, com a professora Joana Coutinho (coordenadora do Observatório de Políticas Públicas e Lutas Sociais da UFMA) o filme Ainda existem perseguidos políticos [documentário, Brasil, 2012, 54 min., direção: Coletivo Catarse]. De graça!

Universo cineclubista de São Luís é abordado em filme

Lançamento acontece hoje (15) no Cine Praia Grande

Ciné. Capa. Reprodução
Ciné. Capa. Reprodução

No final do ano passado Élida Aragão defendeu na Faculdade São Luís (hoje Estácio) o Trabalho de Conclusão de Curso Ciné – o pulsar coletivo dos cineclubes em São Luís, orientada pelos professores Márcio James Soares Guimarães e Carlos Erick Brito de Sousa.

O trabalho incluía o filme homônimo que será lançado hoje (15), às 19h, no Cine Praia Grande, em sessão gratuita.

Ciné remonta aos princípios da atividade cineclubista em São Luís, na década de 1970 e traça um panorama dos cineclubes em atividade na Ilha, hoje. Com 42 minutos tem direção e roteiro de Élida Aragão, produção de Élida Aragão e Rosana Pinheiro, câmera de Rafael Pinheiro, montagem de Joan Santos e música original de Beto Ehongue e Élida Aragão.

Os cineclubes ainda se configuram alternativas ao padrão hollywoodiano ditado pelos cinemas de shopping. O cinema que abriga a exibição do doc de Élida Aragão, hoje, é uma das duas salas-exceções, em São Luís.

Documentário sobre Maria Aragão será lançado hoje em São Luís

Logo mais às 19h, no auditório do Memorial Maria Aragão (na praça homônima na Av. Beira Mar) será lançado o documentário Maria Aragão e a organização popular, produzido pela Escola Nacional Florestan Fernandes. O evento integra a programação em memória dos 50 anos do golpe militar no Brasil.

Documentário conta a história do Suvaco de Cristo

Domingo (9) no Curta! revi, por acaso, 20 anos de Suvaco (com U mesmo!), documentário que conta a história do bloco carnavalesco carioca Suvaco de Cristo. O filme entrevista diversos personagens que fizeram a história da irreverente agremiação, entre ritmistas, diretores, puxadores, foliões e compositores. Estes últimos merecem destaque. Integraram sua ala nomes como Bráulio Tavares, Chacal, Jards Macalé e Lenine – este quarteto fantástico ajuda a contar a história –, entre outros.

Os sambas tinham irreverência, bom humor, deboche, escracho, fazendo alusão ao Cristo Redentor (Divinas axilas deve ser a música com mais autores – são 20 – registrada por estas plagas) e/ou com um pé na história, sempre falando sobre algo em voga no período. Assim são lembrados sambas sobre a Constituição Federal de 1988 (“o bigodão cagou na Constituição”), latas de maconha que chegaram em latas à orla após serem jogadas no mar por uma tripulação, a cassação do presidente Fernando Collor, a ECO 92 (“ECO no ar/ de norte a sul”, com cacófato proposital) e até mesmo as confusões com a cúria carioca: integrantes do Suvaco de Cristo chegaram a ser presos pela polícia militar, acionada pela igreja católica, que achava ofensivo o nome da agremiação.

O filme é de 2006, quando o Suvaco completou 20 anos. Um bloco que começou com 20 ou 30 amigos chegou ao pico de arrastar 50 mil às ruas do Rio de Janeiro, o que levou a diversas dissidências também apontadas no documentário. 20 anos de Suvaco revisa um importante capítulo do carnaval e da cultura brasileiros.

Teatro, cinema e música para festejar os 20 anos do Colégio São Marcos

[release]

Teatro João do Vale sediará comemoração. Noite contará com apresentação do show Festejos, de Alexandra Nicolas

Fundado em 1994 o Colégio São Marcos completa, na próxima sexta-feira (14), 20 anos de atividades. A comemoração acontecerá sábado (15), às 19h, no Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande).

A noite incluirá a encenação da peça Papo Furado, baseada em um roteiro de uma cartilha do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa, com que os alunos do 3º. ano venceram, ano passado, a Mostra Científico-Cultural da escola. Será exibido também o documentário curta-metragem São Marcos: 20 anos de educação com excelência, de Paulo Malheiros, que reconstrói a história do colégio através de depoimentos de ex-diretores, professores e alunos. Por fim, os convidados terão ainda a oportunidade de assistir ao espetáculo musical Festejos, de Alexandra Nicolas, cantora vencedora do prêmio Universidade FM 2013 na categoria Revelação.

São Marcos – Tendo como mantenedora a Cooperativa Educacional do Maranhão (Cooped), o Colégio São Marcos funciona ao lado da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), próximo à praia de São Marcos, tendo iniciado suas atividades para atender à clientela bancária, logo expandindo suas atividades.

O São Marcos tem hoje mais de 200 alunos, da educação infantil e ensinos fundamental e médio; entre professores, técnicos e direção, são mais de 60 profissionais.

“Precisamos festejar a data, e nada melhor que fazê-lo valorizando os estudantes que estão na escola, os que passaram por lá e o que nossa cultura tem de melhor a oferecer. Há algum tempo já nutríamos a vontade de realizar alguma atividade com a participação desta talentosa artista. Chegada a hora de comemorar nossos 20 anos nem pensamos duas vezes”, afirmou José Ribamar Tocantins, um dos membros da direção do Colégio, fazendo referência ao cardápio cultural que será oferecido aos convidados por ocasião das comemorações de 20 anos de atividades do São Marcos.

“É uma imensa honra poder cantar para esta plateia, uma alegria enorme participar de uma comemoração que, através da cultura, celebra a educação”, declarou a cantora Alexandra Nicolas, cujo show Festejos será apresentado na ocasião.

Serviço:
O quê/ quem: 20 anos do Colégio São Marcos. Encenação da peça Papo Furado, por alunos da escola; exibição do documentário curta-metragem São Marcos: 20 anos de educação com excelência, de Paulo Malheiros; e apresentação do espetáculo musical Festejos, de Alexandra Nicolas.
Quando: dia 15 de março (sábado), às 19h.
Onde: Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: grátis. Para convidados.
Maiores informações: (98) 8257-7472.

Cinema na feira

Num dos habitats naturais da homenageada, a Feira da Praia Grande, haverá exibição, amanhã (26), às 19h, do doc Xiri meu: eu não dou, de Tairo Lisboa sobre Patativa, compositora cujo disco de estreia deve ser lançado este ano.

Na sequência será exibido Ruas, de Nayra Albuquerque e o cine-feirinha termina com dicotecagem da Maré de Som e Rádio Casarão.

De graça, ótima pedida! Digam aí: tirando suas casas, onde é que vocês podem pegar um cineminha tomando cerveja gelada ou uma temperada com aroeira?

O talento de Patativa na tela

Tive o prazer de falar um pouco sobre a diva madre-divina para o documentário de Tairo Lisboa que estreia hoje, às 18h30min, no Cine Praia Grande. Xiri meu, o curta-metragem, foi selecionado pelo projeto São Luís nos 4 cantos, que produziu 10 documentários, todos exibidos na programação do festival Maranhão na Tela, que está ocupando os espaços do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, na Praia Grande, por estes dias.

Além da própria Patativa e deste que vos perturba, comparecem ao vídeo, entre outras figuras, nomes como Cesar Teixeira e Ricarte Almeida Santos. Além desta produção, vocês ainda ouvirão falar no nome da compositora: a sambista está concorrendo no Festival de Música Carnavalesca promovido pelo Sistema Mirante de Comunicação e deve lançar este ano seu disco de estreia, produzido pelo músico Luiz Jr.

O talento de Patativa há tempos merece ser mais conhecido. Estas iniciativas são importantes. Que venham outras, valorizando sua arte e a de outros mestres.

Jards no Maranhão na Tela

Jards, documentário musical de Eryk Rocha, sim, o filho do homem, será exibido amanhã (28), às 22h, no Cine Praia Grande, e quinta (30), às 18h, no Teatro Alcione Nazareth, ambos no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande). Ambas as sessões são gratuitas, devendo os interessados retirar os ingressos nas bilheterias com uma hora de antecedência das exibições.

Heitor dos Prazeres, o pintor do samba

Documentário de Antonio Carlos da Fontoura – a montagem é de Ruy Guerra –, de 1965.

O curta-metragem não é sobre isso, mas também toca na relação arte e mercado. É um depoimento bonito, sincero, importante. Não deixa de ser contundente. E atual.

35 anos do antológico Bandeira de Aço são celebrados com grande festa no Arthur Azevedo

Público lotou o teatro na primeira edição do BR-135 em 2013. Repertório do disco foi tocado na íntegra

Um encontro para a história da música brasileira

O Teatro Arthur Azevedo ficou absolutamente lotado para a celebração aos 35 anos do disco Bandeira de Aço, de Papete, divisor de águas da música brasileira produzida no Maranhão.

O projeto BR-135, capitaneado pelo casal Criolina, Alê Muniz e Luciana Simões, propôs uma revisita ao repertório do antológico LP lançado pela Discos Marcus Pereira e revelou o que todos já sabíamos: todo mundo que faz música aqui bebe na fonte do disco que reuniu a obra dos “compositores do Maranhão”, como assinalava a capa da obra que muitos ouvem hoje como se fosse uma antologia, dada a qualidade do repertório. Não à toa Bandeira de Aço encabeçou a lista dos 12 discos mais lembrados da música do Maranhão, recentemente realizada pelo jornal Vias de Fato.

Um balanço do projeto ao longo do ano passado mostrou números impressionantes no telão, principalmente de artistas que passaram pelos palcos do BR-135 – iniciado no ainda desativado Circo da Cidade, que precisa ser urgentemente reativado pela atual gestão municipal –, e de público presente aos eventos, cujo principal objetivo é a formação de plateia – o que se viu ontem no TAA é o bom resultado da iniciativa.

A projeção de um documentário, dirigido e narrado pelo poeta e jornalista Celso Borges, revelou histórias que jogam luz às polêmicas que sempre envolveram o Bandeira de Aço, sempre envolto por uma aura mística, justo também por isso. Entre os entrevistados, os quatro compositores das nove faixas, Cesar Teixeira, Josias Sobrinho, Ronaldo Mota (o único que não mora no Maranhão e que não participou do show de ontem) e Sérgio Habibe, além do intérprete Papete, Chico Saldanha (que jogou a fita com a obra dos quatro nas mãos do percussionista maranhense e este apresentou-a a Marcus Pereira e o resto é história) e de diversos artistas para os quais o álbum é referência.

Ao longo do show o filme continuou dialogando com a plateia, entre uma música e outra, apresentando o contexto da época, as insatisfações de cada compositor com a interpretação de Papete para suas obras, o clima em que foi gestado e a repercussão do disco para suas carreiras artísticas e para a música do Maranhão e do Brasil em geral.

A homenagem do BR-135, a exemplo das edições anteriores do projeto, propôs também um diálogo entre a velha guarda e a nova geração de instrumentistas, cantores e compositores, percebido desde a formação da ótima banda que acompanhou a todos os artistas que pisaram no palco para a celebração: Erivaldo Gomes (percussão), Isaías Alves (bateria), João Paulo (contrabaixo), João Simas (guitarra) e Rui Mário (teclado, sanfona e laptop). Alê Muniz assinou os arranjos do que foi ouvido na noite histórica.

O repertório seguiu a ordem do disco, sob o cerimonial do ator César Boaes, ou de sua personagem na comédia Pão com ovo, sucesso de bilheteria que volta ao palco do TAA nas comemorações dos 196 anos da casa de espetáculo: o mestre de cerimônias carregou no humor, os risos da plateia em peso garantidos também pelas deliciosas histórias que os protagonistas relatavam.

Boi da lua, de Cesar Teixeira, abriu o show com interpretação do autor, num arranjo próximo ao original. De Cajari pra capital (Josias Sobrinho) foi interpretada por Bruno Batista, entre a lentidão e uma “porrada de pista”. Flávia Bittencourt interpretou Flor do mal (Cesar Teixeira), música registrada por ela em Sentido (2005), seu disco de estreia. Boi de Catirina (Ronaldo Mota) teve o vigor interpretativo de Madian, com vocais das Afrôs. Fechando o lado a, Josias Sobrinho cantou e dançou sua Engenho de flores.

O lado b seguiu com Josias Sobrinho sendo interpretado pelas Afrôs: Dente de ouro, com direito a mina incidental. Eulália, interpretada por seu autor Sérgio Habibe ficou entre o bumba meu boi e a cantiga de ninar, reforçada pelo teclado de Rui Mário – muita gente foi ninada pelas letras das músicas do disco. Catirina, de Josias Sobrinho, ganhou arranjo reggae na interpretação competente de Dicy Rocha. Com introdução tango, o casal Criolina subiu ao palco para interpretar a faixa título, que fecha o disco. Entre o tango e o bumba meu boi, convidaram Papete ao palco, e depois todos os outros que por lá já haviam passado. A plateia tornou-se um imenso arraial, com muitos dos presentes batucando pequenas matracas distribuídas pela produção, e já que todo mundo havia engrossado o coro do batalhão, o assíduo Zé da Chave também estava no palco, dividindo a percussão com Erivaldo Gomes.

Há tempos eu não via o Arthur Azevedo tão cheio para um espetáculo de artistas genuinamente maranhenses. Que a semente do BR-135 floresça, a começar por um bis desta homenagem a Bandeira de Aço e, quem sabe, ainda este ano, uma homenagem ao também antológico Lances de Agora, de Chico Maranhão, outro disco trinta-e-cincão de nossa música. Fecho com o que declarou o dj Joaquim Zion (esposo de Dicy) em sua conta no facebook: “uma noite pra ficar na história da Música Popular Brasileira”.

Hoje é o penúltimo dia da mostra Tati por inteiro no Cine Praia Grande

Sinopses (do catálogo da mostra): Parada > Apesar de ter sido filmado em sua maior parte em vídeo (Tati pressentiu a transição gradual para o digital), financiado pela televisão sueca, Parada foi realizado com o objetivo de ser lançado nos cinemas, mesmo que um espetáculo circense tenha sido privilegiado neste que seria seu último filme. Interpretando o sr. Loyal, Tati garantiu a sequência dos números de sua apresentação de circo, dando vida nova às músicas de Impressions Sportives, que ele realizava no music hall. Tati: seguindo os passos do sr. Hulot > Dirigido por Sophie Tatischeff, filha de Tati, o documentário apresenta um Tati por trás das câmeras, como autor, produtor e diretor. Vários registros de seu trabalho foram feitos ao longo de suas viagens pelo mundo. Com base nesses registros, Sophie deu  vida a este material, um retrato da personalidade exigente, determinada e à frente de seu tempo, características tão marcantes em Tati, que exercia sua profissão sem se deixar influenciar pelas convenções.

Etnocine exibe Serras da desordem

Trailer de Serras da desordem, de Andrea Tonacci, que o Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão exibe dia 18 (quinta-feira), às 19h, de graça, na programação do Etnocine.

O filme conta a história de Carapiru, um indígena awá-guajá que sobrevive a um ataque de fazendeiros e perambula por 10 anos pelas serras do Brasil central, até ser encontrado e levado à Brasília pelo indigenista Sydney Possuelo. Lá o personagem ganha as manchetes e vira alvo de uma polêmica, conforme a sinopse fornecida pela produção.

A exibição acontece no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão (Rua do Giz, 59, Praia Grande).

A história de Osvaldo Pereira, o primeiro DJ

O doc curta abaixo conta o que o título anuncia. A história do pioneiríssimo Osvaldo Pereira inspirou Todo DJ já sambou, frase certeira que dá título ao livro [Conrad, 2003] de Claudia Assef, que depõe no filme, entre outras personalidades. Dedico este post ao DJ Franklin.