[tentei postar aqui, ontem, o colunão de domingo. não consegui. abaixo, coluna do zema de hoje, no diário da manhã, e ele, o colunão do dia 9. melhor dizendo, nossa modestíssima colaboração ao colunão do dia 9]
Pós-Graduação e Seminário
[coluna do zema, diário da manhã, hoje]
Aula inaugural da primeira Pós-Graduação em Gestão Cultural em São Luís acontece hoje, na Faculdade São Luís (Unidade Renascença); amanhã, tem início o III Seminário GLBT, uma das atividades preparatórias para a III Parada Do Orgulho Pela Diversidade Sexual de São Luís do Maranhão.
Gestão Cultural
Acontece hoje, às 19h, no Auditório da Faculdade São Luís (Unidade Renascença), a aula inaugural do Curso de Pós-Graduação em Gestão Cultural, que será ministrada por Américo Córdula, Gerente da Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura.
O curso tem início amanhã e a primeira disciplina do primeiro módulo – “Teorias da Cultura: História e Crítica” – será ministrada pela professora convidada Verônica Aravena Cortes, da Universidade Metodista de São Paulo. O módulo terá prosseguimento com a disciplina “História da Arte”, com o professor Paulo César Alves de Carvalho.
Coordenada pelo poeta, compositor e professor universitário Joãozinho Ribeiro, a pós-graduação é uma iniciativa pioneira no Maranhão e está em perfeita sintonia com o momento pelo qual passa o Brasil e o mundo: o Plano Nacional de Cultura, inserido na Constituição Federal através da Emenda Constitucional nº. 48, promulgada em agosto do ano passado, prevê a necessidade da “formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões”.
Homofobia é crime!
Como parte das atividades preparatórias para a III Parada do Orgulho Pela Diversidade Sexual de São Luís, o Grupo Gayvota realiza dias 12 e 13 de julho, o III Seminário GLBT. Com os temas “Homofobia é crime” e “DST/HIV/Aids no SUS”, o seminário acontecerá das 19 às 22h, no Auditório Che Guevara, do Sindicato dos Bancários (Rua do Sol, 413, Centro).
A III Parada do Orgulho Pela Diversidade Sexual de São Luís acontecerá na Avenida Litorânea, no domingo, 16/7, com concentração a partir das 14h, entre o São Luís Park Hotel e a Praça do Pescador.
Para o acontecimento, os organizadores anunciam, entre diversas outras atrações, show da cantora e compositora Vanessa da Mata.
Maiores informações pelo telefone (98) 3222-5005 e/ou e-mail grupogayvota@yahoo.com.br
Criativo e brasileiríssimo
[colunão, 9 de julho]
O desejo de Jarbas Mariz, de mudar “Do Cariri Pro Japão” (Atração Fonográfica/Pôr do Som, 2005) não representa minimamente qualquer indício de anti-ufanismo ou coisa que o valha: seu quarto disco é brasileiríssimo. Primeiro trabalho solo após “Forró do Gogó ao Mocotó” (2000) – onde tributava o mestre Jackson do Pandeiro –, este novo disco segue uma linha musical alegre, dançante – o que não representa “vazio” nas letras, algo por vezes indissociável, hoje – talvez herdada do pilar supra, a quem Jarbas homenageia – novamente – dedicando-lhe a música “No Mundo dos Peixes”.
“Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”. O dito popular nunca valeu tanto. Jarbas Mariz é daqueles artistas que (quase) ninguém ouviu falar, mas cuja presença foi fundamental para o desenho de diversas obras-primas da música brasileira. Para citar alguns, lembremos dos últimos trabalhos de Tom Zé (após sua re-descoberta por David Byrne no início da década de noventa do século passado), o “Estilhaço” (1980) de Cátia de França (paraibana, conterrânea de Jarbas), e o raro “Paêbiru” (1975), de Lula Côrtes e Zé Ramalho.
Entre diversos nomes importantes com quem Jarbas já dividiu o palco, podemos citar Alceu Valença, Chico César (com quem Jarbas divide a autoria do xote “Fulutiado”, neste disco), Demônios da Garoa, Dominguinhos, Elba Ramalho, João do Vale, Lenine, Lourival Tavares, Mestre Ambrósio, Pedro Osmar e Tom Zé, sendo integrante da banda que acompanha este último em turnês nacionais e internacionais.
As influências dos já citados Jackson do Pandeiro e Tom Zé são inevitáveis, o que leva Jarbas Mariz a percorrer diversos ritmos ao longo das doze faixas – sozinho ou em parcerias, ele assina onze delas. Sem fugir ao(s) ritmo(s) do disco, há a regravação de “Severina Cooper (It’s Not Mole Não)”, de Accioly Neto, sucesso de outrora na voz de Paulo Diniz.
Em tempos de forrós eletrônicos, roquinhos descartáveis e letras paupérrimas, “Do Cariri Pro Japão” é doce para ouvidos cansados. Corpos, não; estes, cansados, cansem mais no “Fulutiado” de Jarbas Mariz.

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Jarbas Mariz talvez seja um desses artistas que existem por trás de obras indispensáveis, das quais colabora e muito, mas não assina. Com conteúdo, sim…esse paraibano de coração e por opção, tem conteúdo, e muito.
um ótimo exemplo disso são os discos de tom zé pós-redescoberta de byrne. abração!