[trilha sonora do post: “ou não” (1973), de walter franco, com direção de gravação do recém-subido rogério duprat, em “reedição conjunta” com “revolver” (1975), 2 lps em 1 cd, viva duprat, viva walter, viva gavin! antes, um aviso: este post, ao contrário do que possa indicar o título do mesmo, nada tem a ver com a campanha política encerrada ontem]
tenho andado feliz, apesar de alguns/umas amigos/as acharem-me rabugento. ou ranzinza, sei lá. outros/as dizem “nossa, você está mais magro!”, quando felicidade (geralmente) combina com carcaças mais rechead(inh)as e bochech(inh)as mais rosad(inh)as.
não estou morto (ainda), e a julgar por minha atual felicidade, isso ainda demora… mas, querem dar-me um presente de dia de finados? uma dica:


zema,>gisele brigou comigo e voltei a atualizar o blog.>valeu pela visita que você já fez lá.>tem umas outras coisas agora.>abraço.
zema: daqui te vejo feliz e distante, mas sempre firme. sempre vai ter gente pra dizer qualquer coisa, a gente tem que ver o que vai fazer com o que dizem, já dizia quem dizia? beijo.
ramon de gisele (pow, isso pegou, né? legal! fico feliz, mesmo…): vou já lá; aliás, vou sempre, só não tava vendo novidades ultimamente. enfim, boa notícia.>>reuben: feliz sim, distante, nem tanto. é a tal da distância necessária, por vezes agradavelmente quebrada. é aquela história do velho, do menino e do burro, cuja autoria eu também não lembro agora. ontem ela tava se sentindo mal, por isso viemos logo embora, mas a idéia era uma noite mais longa. qualquer hora dessas… outro!
relaxa, cara, distâncias são boas às vezes, e os amigos sabem respeitar isso.>;)
os verdadeiros amigos, sim. você, um deles. gracias, reuben.