promoção

[e pra mocinha. só pra não perder a oportunidade de ficar calado e não fazer uma graça sem graça]

antes da “promo”: hoje é dia do(s) professor(es). um abraço especial em mamãe e em meus sogros, aqui representando toda a classe. parabéns!

*

Aroma

Quando ela
sai do banho

meu sangue
cheira a sabonete

*

Rota

Serei o guia
ou serei o cego;

A qual dessas crenças
eu me apego?

*

Acima, dois poemas de Zeca Tocantins, do livro “Colhedor de Manhãs[AIL, 2003]. Abaixo, pequeno texto deste blogueiro, na quarta capa da obra (citando outras de Zeca: “Caminhos de Nós” e “Banzeiros”):

Ser poeta é duro ofício, quase um vício, e ele ainda teima, numa eterna e doce briga consigo mesmo. Quem já desatou (e ainda desata) os nós de um caminho que ninguém sabe onde vai dar, já atravessou (e atravessa ainda) banzeiros, agora é “colhedor de manhãs”. Cabe citar aqui, Gildomar Marinho, outro poeta “moldado” às margens do Rio Tocantins, em canção sua que o homenageia: “Toca assim como quem toca a arte de viver”.

*

A promoção: o primeiro que comentar aí, leva, grátis, um exemplar de “Colhedor de Manhãs“.

‘cês já leram falar disso aqui, né? “tomem” mais “música”…

[no primeira classe de ontem, jp turismo, jornal pequeno. a ilustração do texto, já publicada neste blogue anteriormente, tá aqui]


Música para os olhos, poesia para os ouvidos (e vice-versa)

Unindo poesia e música, em “Música”, seu novo livro-disco, Celso Borges amplia as possibilidades iniciadas há seis anos com “XXI”.

por Zema Ribeiro*

Em 2000, o poeta e jornalista maranhense (radicado em São Paulo) Celso Borges celebrou o casamento de poesia e música em “XXI – poemas de Celso Borges”, onde poetas maranhenses e músicos davam uma roupagem além-papel à sua obra, relendo parte do que ele havia publicado até ali, em livros hoje raros, desde a década de oitenta, século vinte.

Seis anos depois, é hora de Celso Borges lançar o livro-disco “Música[Editora Medusa, 2006, R$ 30,00], numa proposta ainda mais universal: mais de cinqüenta artistas – entre poetas e músicos – participam do disco. Estão lá Ademir Assunção, Ceumar, Chico César, Eduardo Júlio, Fernando Abreu, Josias Sobrinho, Kléber Albuquerque, Vitor Ramil e Zeca Baleiro, entre outros. Um furo no meio lembra, no livro, um compact disc (de vinil), garantindo um visual saudosista à bela e atualíssima obra do maranhense.

“Música: atrito entre canto e fala. Cantar o poema. Ler a melodia na página do livro. Ouvir o poema sem a página do livro. Música: outra melodia outra poesia. O cantor poeta. O poeta cantor. Música: cd pra ser lido livro pra ser ouvido livre lábaro que ostento estrelado”, explica Celso em “Música – um quase prefácio”, embora sua obra não seja o vazio de bienais que carecem de explicação.

O recado é certeiro: “Ora, direi: chega de Bilacs em pleno século XXI. Chega de vírgulas ridículas, de “aspas com caspas”. De prosa com prazo de vencimento”, escreve/ultima, feroz em “Manifesto 2”, para a voz do poeta Ricardo Corona. Há espaços para a paixão, a ironia, críticas à Ilha que tanto ama e da qual sente saudades, casos de “São Luís segundo movimento” e “Devoluto”, este, um fado de Sérgio Natureza e Kléber Albuquerque em homenagem ao autor de “Música 290”, poema cuja trilha do dj (também maranhense) Otávio Rodrigues enumera mais de duzentas e cinqüenta citações que remetem à palavra-título do livro-disco.

“Tua beleza derrama pelo ladrão”, declama/canta Celso Borges em “Maria”. Assim é o disco-livro, no todo, poema, música, poemúsica, projeto gráfico de Cláudio Lima, também maranhense, também músico. Obra-prima, este “Música”, a obra, objeto de desejo por sua beleza, não será confinada às estantes/prateleiras. Impossível passar insensível por este novo, dissonante e afinado grito de Celso Borges.

SERVIÇO, EM TEMPO – Dia 19/10 (quinta-feira), às 19h, na Escola de Música Lilah Lisboa, Celso Borges lança “Música” em São Luís. Num grande recital informal, uma reunião de amigos, com a participação de vários poetas e músicos. O acontecimento terá entrada franca, e na ocasião o livro estará sendo vendido e autografado pelo autor.

* correspondente para o Maranhão do site Overmundo

‘cês já leram falar disso aqui, né? "tomem" mais "música"…

[no primeira classe de ontem, jp turismo, jornal pequeno. a ilustração do texto, já publicada neste blogue anteriormente, tá aqui]


Música para os olhos, poesia para os ouvidos (e vice-versa)

Unindo poesia e música, em “Música”, seu novo livro-disco, Celso Borges amplia as possibilidades iniciadas há seis anos com “XXI”.

por Zema Ribeiro*

Em 2000, o poeta e jornalista maranhense (radicado em São Paulo) Celso Borges celebrou o casamento de poesia e música em “XXI – poemas de Celso Borges”, onde poetas maranhenses e músicos davam uma roupagem além-papel à sua obra, relendo parte do que ele havia publicado até ali, em livros hoje raros, desde a década de oitenta, século vinte.

Seis anos depois, é hora de Celso Borges lançar o livro-disco “Música[Editora Medusa, 2006, R$ 30,00], numa proposta ainda mais universal: mais de cinqüenta artistas – entre poetas e músicos – participam do disco. Estão lá Ademir Assunção, Ceumar, Chico César, Eduardo Júlio, Fernando Abreu, Josias Sobrinho, Kléber Albuquerque, Vitor Ramil e Zeca Baleiro, entre outros. Um furo no meio lembra, no livro, um compact disc (de vinil), garantindo um visual saudosista à bela e atualíssima obra do maranhense.

“Música: atrito entre canto e fala. Cantar o poema. Ler a melodia na página do livro. Ouvir o poema sem a página do livro. Música: outra melodia outra poesia. O cantor poeta. O poeta cantor. Música: cd pra ser lido livro pra ser ouvido livre lábaro que ostento estrelado”, explica Celso em “Música – um quase prefácio”, embora sua obra não seja o vazio de bienais que carecem de explicação.

O recado é certeiro: “Ora, direi: chega de Bilacs em pleno século XXI. Chega de vírgulas ridículas, de “aspas com caspas”. De prosa com prazo de vencimento”, escreve/ultima, feroz em “Manifesto 2”, para a voz do poeta Ricardo Corona. Há espaços para a paixão, a ironia, críticas à Ilha que tanto ama e da qual sente saudades, casos de “São Luís segundo movimento” e “Devoluto”, este, um fado de Sérgio Natureza e Kléber Albuquerque em homenagem ao autor de “Música 290”, poema cuja trilha do dj (também maranhense) Otávio Rodrigues enumera mais de duzentas e cinqüenta citações que remetem à palavra-título do livro-disco.

“Tua beleza derrama pelo ladrão”, declama/canta Celso Borges em “Maria”. Assim é o disco-livro, no todo, poema, música, poemúsica, projeto gráfico de Cláudio Lima, também maranhense, também músico. Obra-prima, este “Música”, a obra, objeto de desejo por sua beleza, não será confinada às estantes/prateleiras. Impossível passar insensível por este novo, dissonante e afinado grito de Celso Borges.

SERVIÇO, EM TEMPO – Dia 19/10 (quinta-feira), às 19h, na Escola de Música Lilah Lisboa, Celso Borges lança “Música” em São Luís. Num grande recital informal, uma reunião de amigos, com a participação de vários poetas e músicos. O acontecimento terá entrada franca, e na ocasião o livro estará sendo vendido e autografado pelo autor.

* correspondente para o Maranhão do site Overmundo

o novo do joca

entre as vozes mais interessantes que tenho lido sempre, está a de joca reiners terron (link ao lado). semana que vem, mais precisamente dia 19, ele (começa a) lança(r) seu novo livro. obra esta que entra, de já, apesar de eu não ter lido (ainda; a encomenda já está feita), para duas antologias pessoais deste blogueiro que vos perturba: as de “os mais bonitos títulos” e “as mais belas capas” de livros. detalhes sobre o lançamento no blogue do moço. ó a capa de sonho interrompido por guilhotina:

12 de outubro

dia de nossa senhora, dia das crianças, dia de cristóvão… alô brasil! alô, maranhão! alô, são luís! alô, mundo!

foi no dia 12 de outubro de 22
que nasceu na madre deus
mais um sambista
o resto eu conto depois

ele nasceu
com o samba na memória
já cantou em muita parte
e tem nome na história

onde ele cantou
todo mundo aplaudiu
fez o povo ser feliz
só não sambou quem não viu

onde ele cantou
todo mundo aplaudiu
o nome dele é cristóvão
sobrenome alô brasil

12 de outubro, samba (auto-)homenagem, de cristóvão alô brasil, uma das muitas provas de sua genialidade, algumas das quais serão mostradas hoje, em show divulgado no post abaixo.

hoje e amanhã…

hoje, véspera do feriado:

a banda negoka’apor lança seu primeiro disco, homônimo. no bar do porto, às 22h. ingressos: r$ 5,00.


[negoka’apor. foto: divulgação]


amanhã, feriado:

o sambista madredivino cristóvão colombo da silva, vulgo cristóvão alô brasil, completaria 84 anos, se vivo fosse. recebe justa e merecida homenagem de amigos no show “nas páginas da história – madre deus canta cristóvão alô brasil“. o show será uma grande roda de samba. já estão confirmadas as participações do regional 310, wellington reis, fátima passarinho, zé pivó, patativa, cláudio pinheiro, j. bosco, boscotô, gabriel melônio, joãozinho ribeiro e cesar teixeira.


[alô brasil em traço de érico junqueira]

o espetáculo acontece no teatro alcione nazaré (centro de criatividade odylo costa, filho, praia grande), às 20h30min, e os ingressos custam r$ 5,00 ou dois quilos de alimento não-perecível.

eu voto 12 + 1: lula presidente; jackson, governador

por Joãozinho Ribeiro*

[nem preciso dizer que este blogue concorda com as sábias palavras de joãozinho, preciso?]

Em tempo: do poeta cubano Pablo Milanez, fruto da abençoada parceria com o compositor Chico Buarque, tomo emprestado os atualíssimos versos:

“A história é um carro alegre
cheio de um povo contente
que atropela indiferente
todo aquele que a negue”.

Talvez a lição das urnas, versada na vontade popular, precise mais do que nunca ser traduzida para os políticos que permanecem alheios ao idioma falado em todo o Brasil, pelas bocas, pelos becos, pelos bares … pelos campos e cidades, por milhões de homens e mulheres, mergulhados em seus difusos trabalhos e nos seus ofícios de viver.

VOTO 13 E VOTO 12: LULA, PRESIDENTE; JACKSON, GOVERNADOR.

Esta é a coligação que o povo maranhense consagrou nas urnas, no 1º turno das eleições de 2006, e que não vai acabar no dia 29 de outubro próximo; este é o recado que o povo maranhense está dando aos candidatos. Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça; quem tiver bom senso para obedecer, que o faça. E vote!

JACKSON, GOVERNADOR; LULA, PRESIDENTE.

É esta a mensagem extraída das urnas, manifestada pela línguagem sábia e silenciosa do povo. Mensagem de esperança que palpita em milhares de corações maranhenses, que permitiu a consagradora votação do candidato Lula em nosso Estado, e impôs uma vergonhosa derrota à candidata da oligarquia no 1º turno, desmoralizando os institutos de pesquisa contratados pelo Sistema Mirante com o objetivo imoral de substituir a vontade popular.

A esta vontade popular é que se coliga a minha responsabilidade de artista e de cidadão, que ainda sonha com o reencantamento do mundo e com a libertação do seu Estado. Esta legítima coligação, que não brota de conchavos políticos, nem de conveniências partidárias, é que me impede de jogar a minha história e a de milhares de companheiros e companheiras na lata do lixo da política.

Não podemos perder o rumo, nem a rima, assim como não os perdemos quando assinamos a ficha de fundação do Partido dos Trabalhadores; quando integramos o Comitê Brasileiro pela Anistia aos Presos e Exilados Políticos; quando reconstruímos a gloriosa União Nacional dos Estudantes; quando dirigimos o maior movimento popular desta Ilha dos últimos tempos, que foi a Greve da Meia-Passagem; quando desfraldamos a bandeira das Diretas Já, ocupando as ruas e as praças deste imenso País, conduzindo o bonde da História para a estação da democracia; quando contribuímos com a fundação da Central Única dos Trabalhadores, da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, do Comitê de Defesa da Ilha, do Fórum Municipal de Cultura; quando, junto com muitos camaradas da vida e da arte, enfrentamos o latifúndio e a ira dos coronéis fazendeiros, empunhando a bandeira da Reforma Agrária e fazendo cultura nos assentamentos do MST.

LULA, PRESIDENTE, JACKSON, GOVERNADOR!

No 1º turno, já foi a minha escolha e o meu voto. Infelizmente, face às amarras da legislação eleitoral e a alguns resquícios de disciplina partidária, fui discreto na votação, impedido de declarar publicamente a minha vontade eleitoral.

Agora, não posso, não devo, não quero e nem serei indiferente; muito menos me deixarei atropelar pelo bonde da História. Pelo contrário, quero ser um carro alegre e fazer, como na canção, parte da imensa carreata, cheia de um povo contente, que derrotará a candidata da oligarquia – Roseana Sarney Murad – no próximo dia 29 de outubro. A esta coligação me coloco inteiramente à disposição, nem tentem, nem intentem para outra me convidar. Quem quiser coligar com judas e caifazes que o façam. A minha intenção e gesto apontam somente para este rumo da vida e da história. Às favas, todas as disposições em contrário.

Para finalizar, ficamos com os desafiantes versos do nosso poeta e compositor Josias Sobrinho, interpretados pela rebelada voz do parceiro Zeca Baleiro:

“É hora espichar a bandeira
pendão florido de toda cor …
se é fogo de palha, arreda!“.

* poeta, compositor e professor universitário, é autor de “Paisagem Feita de Tempo” (ed. do autor, 2006)

duas no jp de ontem

1.

no check in, do diário de bordo de vanessa serra, em itálico, abaixo:

Tião Carvalho veio a São Luís para lançar “Tião Canta João” (Por do Som, Atração, 2006, R$ 20,00). Zema Ribeiro aproveitou a ocasião e o entrevistou, registrando para o Overmundo. Leia entrevista clicando no link: http://www.overmundo.com.br/overblog/tiao-na-praia-de-joao.

2.

texto nosso [finalmente ilustrado], na primeira classe, jp turismo. sobre o novo disco da “melhor cantora do mundo em todos os tempos”, coisa que eu não digo lá:

Um grande achado da música brasileira

“Quem estiver atrás de um grande amor, achou!”, afirma corretamente, a faixa-título do novo disco de Ceumar e Dante Ozzetti. “Quem estiver atrás de um grande disco de música popular brasileira, achou!”, afirma/avisa o colunista.

por Zema Ribeiro*

A mineira Ceumar chegou à São Paulo em 1995. Lá, encontrou o maranhense Zeca Baleiro, que quatro anos depois viria a produzir seu disco de estréia, “Dindinha” (nome da música do compositor-produtor-padrinho que abria o disco). Talentosa e sensível, ali estava uma real novidade no cenário feminino da música popular brasileira, acercou-se de gente boa – o próprio Zeca, Chico César e Itamar Assumpção, entre outros, além da banda que a acompanha – e ganhou o país.

Com poucas aparições televisivas e reduzido fã-clube – não que não tenha qualidade para isso, muito ao contrário – Ceumar era tida como a melhor intérprete do último festival de música popular produzido pela TV Cultura; ficou em segundo lugar, o que revoltou os poucos, mas fiéis, fãs. Dante Ozzetti, o compositor da música – em parceria com Luiz Tatit – acompanhava a mineira ao violão. “Achou!” – a canção – batizou o terceiro disco da musa de Itanhandu, todo composto por Dante e parceiros: dele e Tatit são sete, e há ainda as letras de Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Chico César, Alzira Espíndola e Kléber Albuquerque.

Com exceção da faixa-título, todas as músicas de “Achou!” [MCD, 2006, R$ 20,00] foram compostas por Dante Ozzetti entre janeiro e fevereiro de 2006, especialmente para o disco, o que lhe garante unidade, mas nunca mesmice ou chatice. As características acústicas de discos anteriores dos dois – antes deste “casamento” musical – permanecem vivíssimas aqui, linda e ludicamente ilustradas por Jaime Prades.

Pela capa colorida, não se engane: não se trata de um disco para crianças, como os tons podem/parecem sugerir. Mas é muito provável que você vire criança, deslumbrada com um brinquedo novo, ao ouvir este novo disco de Ceumar e Dante Ozzetti. É pra acionar o repeat do cd-player, sem preocupações: ao contrário dos brinquedos infantis, este prazer aqui não envelhece. Nem enfeia.

*correspondente para o Maranhão do site Overmundo

da “série” “ponteiras”

“série” (nada séria) iniciada com a ponteira da igreja do desterro.


[foto: zema ribeiro]

agora, a ponteira da igreja de santana, escondida entre os telhados de são luís e o mato que neles teima em crescer.

da "série" "ponteiras"

“série” (nada séria) iniciada com a ponteira da igreja do desterro.


[foto: zema ribeiro]

agora, a ponteira da igreja de santana, escondida entre os telhados de são luís e o mato que neles teima em crescer.

para além de saladas (e tortas)…


a animada mesa em p&b que encapa “vol. 3”, o terceiro disco do repolho bem traduz o que se encontra(rá) na bolachinha. fazer música engraçada é coisa séria. esta frase pode(ria) muito bem traduzir, também, o espírito do disco. [clicando aí, em cima da capa, você assiste uma versão ao vivo de “mi fá sol lá“, segunda deste volume três, clica!]

você tá cool” abre o disco e faz ouvintes desavisados entenderem outra coisa. “róque em rou” (título da última faixa do disco) sem se limitar a isso. pé no forró, pé na música brega (romântica? sertaneja?), há ainda outros pés noutros lugares.

entre outros, júpiter maçã (apple?) e wander wildner fazem participações especiais. bem acompanhados os irmãos panarotto (roberto, voz; demétrio, guitarra), mais michel (baixo) e bellei (bateria), a banda.

em “definhando lentamente ou emagrecimento definitivo”, a história duma mulher que seguia uma dieta em público e devora(va) uma caixa de bombons, escondida: “ela não conseguiu emagrecer, resolveu fazer uma lipoaspiração”. pequena amostra do bom humor da banda, tem muito mais lá.

repolho” tem que deixar de ser apenas ingrediente de salada(s) [e/ou torta(s)] e ganhar “as rádias” do país.

se… [ou “algumas, depois das eleições, tudo a ver com eleições”]

se são luís fosse o maranhão, bira (pt) teria sido eleito senador. aqui, os parabéns deste blogue ao bravo candidato que, numa campanha limpa, de pouquíssimos recursos e enfrentando grandes “tubarões” da política, obteve expressivos 557.035 votos (21,58%).

parabéns ainda aos eleitos flávio dino (pc do b, 123.597 votos, deputado federal) e helena heluy (pt, 16.199 votos, deputada estadual).

se o maranhão fosse o brasil, lula (pt) teria sido eleito no primeiro turno com 75,5% dos votos.

mas são luís não é o maranhão. o maranhão não é o brasil.

o segundo turno vem aí.

este blogue declara votos em lula (pt, 13, presidente) e jackson lago (pdt, 12, governador).

se… [ou "algumas, depois das eleições, tudo a ver com eleições"]

se são luís fosse o maranhão, bira (pt) teria sido eleito senador. aqui, os parabéns deste blogue ao bravo candidato que, numa campanha limpa, de pouquíssimos recursos e enfrentando grandes “tubarões” da política, obteve expressivos 557.035 votos (21,58%).

parabéns ainda aos eleitos flávio dino (pc do b, 123.597 votos, deputado federal) e helena heluy (pt, 16.199 votos, deputada estadual).

se o maranhão fosse o brasil, lula (pt) teria sido eleito no primeiro turno com 75,5% dos votos.

mas são luís não é o maranhão. o maranhão não é o brasil.

o segundo turno vem aí.

este blogue declara votos em lula (pt, 13, presidente) e jackson lago (pdt, 12, governador).