Era um dia qualquer de carnaval; não careço dizer se ontem, anteontem ou hoje, mas o que segue, realmente aconteceu. A(s) cena(s) se passa(m) no Ceprama. Procurando algo para comer e beber, encontramos uma barraca que vendia batata-frita (e sanduíches) e, lembrando oásis em meio a desertos (como em desenhos animados), cerveja Brahma na paisagem dominada pela Nova Schin. Peço uma porção de batatas e uma Brahma. Sentamos e começamos a comer e beber. Duas latas depois, terminada a “refeição”, resolvemos nos aproximar do palco, para “rebolar”/pular/cantar (não necessariamente nessa ordem) ao som do grupo que se apresentava (“rebolando”/pulando/cantando, não necessariamente nessa ordem). Peço mais uma cerveja e, paga a conta, um homem, que nos pareceu apenas mais um interessado em beber Brahma também, pergunta-nos onde havíamos comprado aquela lata. Discretamente aponto a barraca mais próxima e, arrependido do gesto, descubro que se tratava de um fiscal da cervejaria patrocinadora do evento, que passa um pito numa das barraqueiras e manda “recolher” o produto, ordem esta não obedecida (graças a Deus). Instantes mais tarde, voltamos para nova carga e vejo-me obrigado a carregar a cerveja envolta na barra da camisa, ao menos até estarmos longe o suficiente daquela “boca* de Brahma”.
[* boca = nome comumente dado a pontos ilegais de venda de drogas (ilegais)]
[este blogue só volta segunda-feira; a não ser que o blogueiro presencie/seja protagonista de cena digna de nota, como a acima]
[a coluna do blogueiro no jp circula normalmente, na edição de sexta, 23/2]

hu hu!>Tráfico de Brahma, essa foi a melhor.>Cá pra nós, a Brahma merece o esforço, afinal, é a melhor!>>Eita Zema, quase acabou com o bom comércio negro do sujeito da barraquinha de batata frita!>Que feioO!>he he>BjoO
juro que foi sem querer, donna. abração!
Sei, sei.>hauahauha