BEEZANDO!

Abaixo, com pequeníssimas edições em relação ao que saiu no jornal, texto da Tribuna Cultural de ontem (Tribuna do Nordeste), onde inauguro uma parceria com a Beez!, time de competentes profissionais na área da comunicação, compreendendo-a como um todo. Quem quiser conhecer os serviços (e contratar), contatos na imagem ao fim da coluna.

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FELIPE RADICETTI NO ALTAR DA MÚSICA BRASILEIRA

SagradoProfano alia referências e nomes em belo resultado gráfico e musical.

Felipe Radicetti integra o Núcleo Independente de Músicos (NIM), que deu origem ao Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), há três anos, que conseguiu estabelecer, junto à Comissão de Educação, Cultura e Esportes do Senado Federal, uma pauta política para a música no Congresso.

Mas antes do ativismo político, Felipe Radicetti é nome interessante da música brasileira. Agora nos chega SagradoProfano [Mills Records, 2009, R$ 26,90 no MUBI], que alia belos resultados no plano estético – tanto visual (a caixa do disco imita uma mescla de box para dvd e bonito livreto colorido onde misturam-se as letras e belas imagens) quanto musical.

Pianista, tecladista e arranjador competente, Radicetti não é um estreante: entre a música popular e erudita, trilhas para teatro e cinema (a de Anjos do Sol, por exemplo), já há quase vinte anos o músico grava (seus próprios discos), toca (em discos de Oswaldo Montenegro, por exemplo) e é gravado (por Cristina Saraiva, com quem também tocou).

SagradoProfano, melódica e liricamente, bem traduz o sincretismo das culturas populares, tradições e religiões afro-brasileiras – o termo por si só já sincrético. Além de Felipe Radicetti, sua filha Luana, Clarisse Grova, Marianna Leporace, Juliana Rubim e Chico Adnet, além dos grupos Folia de 3 e Trovadores Urbanos entram na roda e garantem a tradução musical do título.

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