“uma invencibilidade de um ano sem vitórias fora do nhozinho santos“
joel jacintho, sobre a derrota do sampaio para o bacabal, por 1×0, em bacabal, domingo passado. coluna microondas, na página 6 do jp de hoje.

ainda compra discos, livros e jornais. Blogue de Zema Ribeiro. Afiliado ao Farofafá
“uma invencibilidade de um ano sem vitórias fora do nhozinho santos“
joel jacintho, sobre a derrota do sampaio para o bacabal, por 1×0, em bacabal, domingo passado. coluna microondas, na página 6 do jp de hoje.
só soube depois do post anterior, mas quem também estréia na blogosfera é o amigo ricardo milán, já devidamente linkado ao lado.
depois de séculos eu encontraria novamente fred e carol. no bar do léo ele me fala que havia descoberto tardiamente o maior cantor brasileiro em todos os tempos. “quem?”, pergunto. “orlando silva”, ele me diz, cantarolando alguma música dele que eu não conhecia. ele me dá a boa notícia: estava blogando.
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e dessa eu já sabia há alguns dias, via sahea: quem também bloga é tom zé.
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nando reis e zeca baleiro, juntos, em são luís, dia 25. mais, conto depois, que eu mesmo ainda não sei.
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depois eu co(me)nto sobre uns filmes que vi no fim de semana. não, juno ainda não. volto em breve. deixa ver se me animo um pouco. até!
dois discos
lembram do lance das unanimidades rodrigueanas? pois é. pode parecer bobo preconceito ou arrogância pura, mas funciono assim: se 90% da turma diz que fulano de tal lançou um disco m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o – e isso está longe de ser uma u-n-a-n-i-m-i-d-a-d-e – tenho de tudo para desconfiar. fico com a pulga atrás da orelha e adio a audição enquanto posso. às vezes posso dizer: bosta pura, eu estava certo. às vezes me engano. foi o que aconteceu com “back to black”, de amy winehouse (cantora que tem muito mais que um nome interessante). depois de ver gente como ademir assunção, ronaldo bressane e gisele brasil falando, tive que me render. valeu a pena. antes tarde do que nunca.
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outro disco que agora não sai do cd-player é a trilha sonora de “juno”, filme que ainda não vi. tem uma beleza e uma unidade dylanescas, longe da mesmice ou do “cansativo”.
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e uma bobagem
“acesso a blogs do wordpress no brasil pode ser bloqueado”. é o que informa esta notícia (péssima, para leitores do impostor e dos cerca de um milhão de blogues hospedados por lá no brasil) do g1, a que cheguei via idelber. o que acho disso? uma tremenda e redonda bobagem, sem dúvida.
(ou: ainda guardanapos)
bar. noite. três cervejas enxutas. na quarta, o peixe frito chega, junto aos apetrechos: vinagrete, farofa, pimenta. e guardanapos.
homem: “não posso ver guardanapos…”
mulher: “por que?”
homem: “me dá vontade de te escrever um poema”
mulher, irônica: “tá! vou fingir que acredito…”
homem: “é verdade! embora tu ache uma merda o último que te fiz…”
silêncio da mulher.
homem: “acho que tu não gostou e jogou fora”
a mulher permanece em silêncio enquanto mexe na bolsa, de onde tira sua carteira, que abre, mostrando o poema guardado.
*
anotado em horrenda caligrafia num guardanapo na noite de ontem.
“[…]
Se assim é, qual é a lógica que sustenta ataques e contra-ataques, futricas e fofocas na própria categoria (não é nem o caso de se falar em “classe”)? Por que as atitudes de desagregação, de fragilização dos trabalhadores da Comunicação Social têm um poder maior do que as ações em prol da união, do fortalecimento e do aperfeiçoamento profissional?
[…]
Acabar, ou reduzir, esse jornalismo de vizinhança, essa Imprensa de recados (somos jornalistas ou “office-boys“?), essa Comunicação Social que não é social, é tarefa não apenas para profissionais competentes, mas sobretudo para seres humanos conscientes — conscientes de que há um consumidor esperando um produto ou serviço cada vez melhor. Conscientes de que há um processo permanente de (re)construção de si mesmo.
É assim que se faz crescer uma categoria e uma classe: com categoria e com classe.
[…]
Basta dessa nossa vidinha de ir escapando por aqui ou por ali. […] Precisamos ser necessários à nossa população como o são, para ela, o ar, a água e o pão de cada dia. Basta de sermos apenas passatempo! […] Basta de sermos USADOS. Temos de ser OUSADOS.
[…]”
Trechos de “A imprensa inimiga”, artigo de Edmilson Sanches nO Estado do Maranhão de hoje, 7 de abril, dia do jornalista. Grifos do autor.
“Voltei para a minha arrumação de malas, enchi uma valise e a carreguei para o carro, onde o resto das minhas coisas — máquina de escrever, livros, roupas — estavam empilhadas no banco traseiro. Agora que eu estava pronto para ir embora pela última vez, havia uma questão não concluída. Parei ao lado do carro e resolvi. Eu provavelmente nunca mais encontraria Edgington. Como poderia gravar nele a recordação desta partida neste dia chuvoso? Por fim resolvi a questão e voltei para dentro da casa. Ele estava no sofá.
— Estou indo embora agora — anunciei.
Ele levantou e estendeu a mão.
— Boa sorte, gringo.
Acertei-o no rosto e derrubei-o no sofá. Ficou lá sentado, cuidando da hemorragia nasal. Voltei para o carro e fui embora. Eu não devia ter batido em Edgington. Ele tinha sido hospitaleiro, amigável, generoso e gentil. Mas eu não podia agüentar a arrogância dele. Era bem-sucedido demais para mim. Tudo estava acontecendo para ele. Eu não tinha arrependimentos. A vida era assim. Eu lamentava pela hemorragia nasal, mas ele bem que a merecia. Quanto a Velda van der Zee, que se fodesse. O que era mais um diretor? A cidade estava fervilhando deles.”
John Fante, Sonhos de Bunker Hill. L&PM, 2003. Tradução de Lúcia Brito.
cachorros latindo longe, como na música de josias sobrinho. menos melodiosos, os latidos me deixam irritado. apesar de tudo, procuro manter a paciência. aliás, tudo o que tenho, quase um monge, de tanta.
mais longe que os cachorros, mano reuben me manda um e-mail intitulado “ginsberg zen”, fruto de uma madrugada insone, com duas traduções do autor de “uivo”. leiam abaixo.
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———- Forwarded message ———-
From: reuben ! <reubencr@gmail.com>
Date: 01/04/2008 02:14
Subject: Ginsberg Zen
To: reubencr@gmail.com
Queridos,
Duas traduções recentes do Ginsberg,
poemas de pegada mais tranqüila,
mas nem por isso com menos pegada.
Espero que estejam bem,
r.
Guru
É a lua que desaparece
A estrela que se esconde, não eu
A Cidade que se apaga, eu permaneço
com meus sapatos esquecidos
minhas meias invisíveis
É a batida de um sino
Florianópolis, Março 2008
Guru
It is the moon that disappears
It is the stars that hide not I
It’s the City that vanishes, I stay
with my forgotten shoes,
my invisible stocking
It is the call of a bell
Primrose Hill, May 1965
Vila em Teton
Montanhas nevadas
vistas pelas asas
da mosca na vidraça
1 de Abril, 2008
Teton Village
Snow mountains fields
seen thru transparent wings
of a fly on the windowpane
November 29, 1973
*
um cabra bom, com o que dizer (mesmo quando por bocas ou dedos alheios, como eu acho que já escrevi por aqui). jéssica já voltou, reuben. agora é a sua vez!
COMO DIZIA LEMINSKI: MORRA, VOCÊ NÃO SABE O QUE ESTÁ PERDENDO
pessoas acham graça
da desgraça alheia
pessoas bem vazias
se acham muito cheias
ilhas habitadas
por ratos e serpentes
tanta gente que nem sabe
mais o que é ser gente
celebridades big brother
pastores bad boy
vendendo a mãe o padre
e um lugar ao sol
o paraíso em prestações
melhores juros do mercado
deus meu, que bom negócio
jesus, muito obrigado
*
poema de ademir assunção, postado ontem em seu blogue. como sempre certeiro, não preciso dizer mais, preciso?
“com tanta coisa menos tóxica para fazer na vida, dedicá-la inteira à suposta imbecilidade genérica dos outros não é uma das atitudes mais inteligentes, é? estranho que essa postura, a um só tempo arrogante e obtusa, parta de sujeitos que se consideram tão inteligentes. mainardi não está sozinho. gente como nelson ascher ou reinaldo azevedo engrossam a prole convencida e chorona de paulo francis na mídia brasileira. e o mandamento central de sua jihad ressentida quer ser inspirado naquela brincadeira de nelson rodrigues, de que “toda unanimidade é burra”. é uma idéia instigante, engraçada, mas improvável. unanimidades não existem. se alguma existisse, o próprio nelson rodrigues seria contra ela. e mainardi ou ascher, com muito menos brilho, também. qualquer unanimidade deixaria de ser unânime. “unanimidade” só existe restrita, mesmo que por aspas. significa maioria. e nem todas são burras, obviamente. dos momentos de nelson rodrigues, gênio teatral, prefiro vários outros, como aquele em que ele colocou “sujeito inteligente” entre as dez coisas que mais odiava. já dos colunistas paulistas, esses sujeitos inteligentes, os melhores momentos são aqueles em que estão em férias”.
*
trecho de “um minuto de silêncio pelas antas queimadas”, trecho da coluna “homem de mídia”, assinada por carlos nader na trip de março (nº. 164).
reflexão para começo de semana (útil) neste maranhão onde tanta gente (jovens ainda na faculdade ou “velhos” com uma “carreira”) quer ser mainardi ou reinaldo azevedo. no texto de nader, há um subtítulo (de onde o trecho acima foi retirado). aqui, é o título do post.
um apressado e/ou desavisado leitor poderá torcer o bico e dizer: mais um release. calma!
na verdade, trata-se de mais uma participação deste blogueiro no boteco do tulípio (com este são três textos e você pode ler todos no site do bebum mais querido do brasil).
o lance é o seguinte: os convidados podem escrever sobre o que quiserem, mas eu prefiro sempre falar de algo relacionado a bares, farras, álcoois vários (e muitos) e coisas do tipo. tudo a ver, né?
enfim, já em 2008 ouvi uma história muito engraçada que se passou no chico canhoto e, ainda sob o efeito do citado suíte gargalhadas, fiz graça em cima (sem aumentar, nem inventar). de leve, uma propagandinha do nosso querido chico canhoto, agora conhecido, além de na frança, também no boteco do tulípio. para ler o texto lá, clique aqui.
Mesa 2
Zema Ribeiro
DOSES DE CHORO E RISO. NA MEDIDA.
Antes de passar à história propriamente dita, devo dizer umas duas coisas. Primeiro, que esta é mais uma história que conto de ouvido aqui no Boteco do Tulípio, pois não estava lá quando a mesma se deu – no entanto a coisa não descamba para o tão propagado jornalismo de ficção praticado no Maranhão, pois isto não é jornalismo (e fica aqui um aviso). Segundo, que ela tem influência fortíssima do “Suíte Gargalhadas”, cuja leitura terminei recentemente, clássico-engraçado do Henrique Cazes que junta mais de cem histórias de músicas e músicos (e boemia) brasileiros. Terceiro, pedir aval e bênção a Ricarte Almeida Santos, embaixador do choro no Maranhão, que ficou de escrever sobre o fato – e pode fazê-lo, com maior riqueza de detalhes e, portanto, alguma graça mais, como aconteceu quando ele me contou no Bar do Léo, depois.
O fato é que o projeto Clube do Choro Recebe já tinha certa tradição no Bar e Restaurante Chico Canhoto, na Cohama, acontecendo todos os sábados, de forma quase sagrada. Por tratar-se de área residencial, no entanto, a música ao vivo rola somente até as onze da noite. Boêmios que querem esticar a noitada, por ali mesmo, podem fazê-lo, de forma civilizada, sem música e sem alteração – na voz, que o “beber com moderação” dos comerciais de cerveja, às vezes, não é o forte da rapaziada. Foi o que aconteceu já na madrugada de um domingo desses.
Era próximo de duas da manhã. Uma viatura da polícia militar estacionou e policiais desceram para orientar a esposa de Chico Canhoto: “Minha senhora, são quase duas da manhã. É bom fechar o bar, pois a senhora está correndo riscos”. “Mas aí são todos cidadãos de bem”, contra-argumentou a proprietária do estabelecimento. “Justamente por serem todos de bem, eles devem não possuir porte de arma. Logo, se aparece algum elemento mal-intencionado eles não poderão defendê-la”, justificou o policial, que ouviu um “o quê que tu quer, me’rmão?!” de um dos boêmios que havia esticado o expediente etílico naquela noite-madrugada.
Não gostando da pergunta-resposta atravessada do músico, o policial se aproximou. “Vão trabalhar em outro lugar, aqui só tem gente de paz”, o músico continuou. Percebendo que o homem da lei trazia a mão junto ao revolver, o boêmio deu um chega-pra-lá no policial: empurrou-o para trás. Algemado, pelo desacato, o músico foi jogado dentro da viatura, onde recebeu ainda uns sopapos – para ficarmos na leveza que este papo de boteco requer e merece.
Ao perceber a “arrumação”, Chico Canhoto resolveu interpelar os policiais: “Não prendam meu amigo. Soltem-no. Prendam-me se for preciso, mas deixem-no em paz”. “Se você quer ir preso, me desacate”, ordenou um policial, que ouviu – e daqui a cena começava a ganhar ares hilários – um “você é um insensível!”. “Me desacate, homem!”. “Você é um imprudente, um insensível!”. “Ah, tu não quer ser preso não… ‘tu tá é me elogiando”, o policial passava a régua e conduzia o músico ao plantão central.
Uma delegada, namorada de um outro músico, também havia resolvido esticar a noite. Mas, terminada a roda de choro no Canhoto, procurou outro canto. Botando o carro na garagem, já quase amanhecendo, recebe um telefonema: “Doutora, venha aqui pra delegacia, prenderam Fulano!” (preservamos aqui os nomes de nossos personagens, à exceção do dono do bar e do produtor do projeto, à guisa de propaganda).
Meia-volta no carro, destino: delegacia. O delegado de plantão tentou dar bom dia: “Fulana, você por aqui…”. Foi interrompido: “Respeite! Pra você é Doutora Fulana! E solte o rapaz”. O músico foi liberado e no sábado seguinte era platéia do Projeto Clube do Choro Recebe. Como se nada tivesse acontecido.
O Projeto Clube do Choro Recebe acontece todo sábado, às 19h, no Bar e Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama, São Luís/MA).
hoje
o quê: lançamento do livro sussurros
quem: o poeta eduardo borges
quando: hoje (27), às 19h
onde: na livraria poeme-se (rua joão gualberto, 52, praia grande)
quanto: entrada franca. o livro será vendido por r$ 15,00
quadrilha: o autor é promotor público, irmão da artista plástica ana borges. o prefácio é assinado pelo poeta nauro machado e as ilustrações são de jonilson bruzaca, que é namorado da zina nicácio, que escreveu o release que pendurei no varal.
sábado
o quê: com fusão eletrônica
quem: os djs dolores (se) e pedro sobrinho (ma)
quando: sábado (29), às 22h
onde: no espaço armazém (rua da estrela, praia grande)
quanto: r$ 20,00 (mais detalhes no e-flyer que penduro abaixo)
hora-extra: a produção é de gilberto mineiro, que ainda vai aprontar muito em 2008. trata-se da primeira visita de helder aragão (“vulgo” dolores) ao maranhão, ele, integrante, de raspão do mangue-bit, já tocou em diversos festivais internacionais, em disco de adriana calcanhotto (maritmo, 1998) e assinou a trilha sonora de “narradores de javé“. lançado pelo selo belga crammed, “1 real” é seu mais novo trabalho.
sobre a vinda de chávez ao brasil, não entendi duas coisas: 1) o sigilo quase absoluto mantido em torno da questão e 2) o incômodo arrepio causado na mídia da província querida.
em relação à primeira, acho que o assunto deveria ser explorado o máximo possível. a visita de chávez ao maranhão é mais importante que, por exemplo, a vitória de rafinha no 8º. bbb ou o olho de uma cadela vira-lata arrancado por um par de pit bulls.
sobre o segundo, não entendo a baba espessa que escorre da boca de alguns e lhes mela os teclados que usam para sujar páginas de jornais que, dentro em breve, embrulharão peixes nas feiras da ilha.
o cúmulo: a página 5 do jornal pequeno de hoje traz matéria assinada por oswaldo viviani sobre o assunto. o título “seguranças de hugo chávez exageram na desconfiança” trazia sobre si o chapéu “mal-encarados”, referindo-se aos seguranças. até aí, tudo bem, é a opinião dele. ou do jornal, sei lá. um box (“visita de chávez ao país se estende de hoje até sexta-feira” é o título) dava conta da permanência do venezuelano no brasil: entre amanhã e sexta-feira. um “(ov)” ao final indica que o texto do box é também do autor da matéria.
um subtítulo diz o seguinte: “‘cala-boca’ do rei em chávez ficou na história“. seguem-se 14 parágrafos sem tocar no assunto em questão (o ‘cala-boca’). o último parágrafo arremata (transcrevo o que viviani escreveu e assinou, novamente com as iniciais entre parênteses): “polêmico, em suas aparições públicas, hugo chávez virou personagem do ano passado, quando recebeu um constrangedor “por qué no te callas?” do rei espanhol juan carlos, durante um encontro de líderes no chile“.
por si só, reside aí um absurdo: os citados 14 parágrafos, que não fazem nenhuma menção ao ‘cala-boca’, não justifica(ria)m o subtítulo. traça-se ali um resumo de biografia do presidente venezuelano. o outro absurdo, mais grave, é que, fora o parágrafo final (0 15º.), todo o texto pós-subtítulo, com erro e tudo (“releito” em vez de “reeleito”, por exemplo) foi “chupado” daqui.
mas dou agora: letícia cardoso é a mais nova mestre da ilha.
explico: semana passada, a amiga gisele brasil avisou-me da defesa de o teatro do poder: cultura e política no maranhão, dissertação de mestrado da primeira, que rolou hoje. avisei a sweety lady: deixa chegar mais perto para eu dar um toque na galera.
resultado, engraçado: quarta-feira passada, à noite, véspera de feriado, topei sem querer com letícia, através de amigos comuns. bebemos juntos na feira da praia grande e eu acabei por descobrir que o violonista português victor castro, professor da escola de música lilah lisboa, é o marido dela.
aquela miniatura de farra pareceu comemorar antecipadamente o resultado de hoje: letícia cardoso teve sua dissertação aprovada no mestrado em ciências sociais da universidade federal do maranhão. e este blogue, se não deu antes, dá agora os merecidos parabéns a ela.